- O Brasil subiu de 16 para 18 disciplinas entre as 50 melhores no QS World University Rankings by Subject 2026, com 11 da USP no top 50.
- Destaque para História da Arte da USP, que ficou em 12ª posição global, o melhor resultado já de uma universidade brasileira.
- A USP também ficou entre as 100 melhores em cinco áreas: ciências sociais e administração (64ª), artes e humanidades (69ª), ciências da vida e medicina (49ª), ciências naturais (75ª) e engenharia e tecnologia (74ª).
- Unicamp estreou no top 50 em engenharia de petróleo (38ª) e ambas as instituições ingressaram no top 50 de antropologia (Unicamp e UFRJ).
- A Unifesp teve o maior salto relativo, com 50% de melhoria; odontologia, medicina e engenharia de petróleo aparecem entre as grandes fortalezas do Brasil.
Brasil amplia presença no QS World University Rankings by Subject 2026, com recorde histórico para universidades nacionais. A edição de 2026 analisa desempenho por área do conhecimento e aponta 18 disciplinas brasileiras entre as 50 melhores, 11 delas na USP. O ranking é divulgado pela QS em 25 de abril.
A universidade brasileira de maior destaque é a USP, que tem 11 áreas entre as 50 maiores do mundo. O destaque individual fica com História da Arte, que alcançou a 12ª posição global, o melhor resultado já registrado por uma instituição brasileira no ranking.
Outras instituições também avançam: a Unicamp sobe ao 38º lugar em Engenharia de Petróleo e a UFRJ entra no top 50 em Antropologia. A Unifesp registra o maior salto proporcional, com melhoria de 50% nas áreas avaliadas. No conjunto, odontologia, medicina e engenharia de petróleo aparecem como grandes forças nacionais.
Destaques da USP no top 50 global em 2026
- História da Arte (12)
- Odontologia (15)
- Engenharia de Minas (24)
- Antropologia (25)
- Biblioteconomia e Gestão de Informação (28)
- Engenharia de Petróleo (29)
- Agricultura e Silvicultura (32)
- Medicina (43)
- Farmácia e Farmacologia (43)
- Arquitetura (48)
- Sociologia (50)
O estudo, realizado pela QS Quacquarelli Symonds, avalia mais de 21 mil áreas em 1.900 instituições de 100 países. A metodologia considera reputação acadêmica e entre empregadores, citações, índice H e internacionalização.
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