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Menina é repreendida por vice-diretor após evangelizar em escola nos EUA

Aluna é repreendida por distribuir folhetos evangélicos em escola pública de Washington; ACLJ denuncia violação da Primeira Emenda e luta pelo direito de expressão religiosa

Imagem Ilustrativa. (Foto: Unsplash/CDC)
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  • Uma aluna do ensino fundamental no estado de Washington foi repreendida pelo vice-diretor por distribuir folhetos evangelísticos na escola, por volta de 18 de fevereiro.
  • A aluna costumava pegar materiais da Sociedade de Folhetos Evangélicos e distribuía durante intervalos e almoço, sempre com permissão prévia.
  • A ACLJ (American Center for Law and Justice) afirma que a vice-diretora informou que alunos podem compartilhar opiniões, mas não crenças religiosas, o que gerou questionamento da aluna sobre tratamento desigual.
  • A organização aponta que a escola permite protestos durante o horário escolar, mas não a distribuição de materiais religiosos, e alega distorção ao mencionar a criação de um clube estudantil cristão sem professor responsável.
  • Em 2019, houve outro episódio similar no mesmo distrito, levando a um acordo que reafirmou neutralidade do governo em relação à religião; a ACLJ diz que a escola descumpriu esse acordo e solicita garantia formal de direito de distribuir folhetos e de criar um clube cristão.

Uma aluna do ensino fundamental, no estado de Washington (EUA), foi repreendida pelo vice-diretor por distribuir folhetos evangelísticos na escola pública. O episódio ocorreu por volta de 18 de fevereiro, segundo a ACLJ.

Conforme relato, o vice-diretor entrou na sala, retirou a estudante e disse que a distribuição de materiais religiosos não era permitida na instituição. Ela costuma pegar folhetos da Sociedade de Folhetos Evangélicos para distribuir nos intervalos, com permissão prévia.

Após a repreensão, a aluna questionou por que outros estudantes podem expressar opiniões, mas não falar sobre sua fé. A ACLJ afirma que a vice-diretora respondeu que alunos podem compartilhar opiniões, não crenças religiosas.

Contexto jurídico e histórico

A ACLJ aponta que a escola permite protestos durante o horário escolar, mas não a distribuição de materiais religiosos. A garota já enfrentou situações similares no passado, segundo a organização.

Em 2019, quando ainda frequentava outra escola do mesmo distrito, mochilas foram revistadas para impedir folhetos cristãos. Na época houve acordo que reafirmou neutralidade do governo em relação à religião.

Reivindicações e próximos passos

A ACLJ sustenta que a aluna tem direito à distribuição de materiais durante os intervalos e ao direito de expressar sua fé, sob a Primeira Emenda. A organização cobra resposta por escrito da escola.

A entidade também solicita autorização para que a estudante crie e lidere um clube cristão, nas mesmas condições de outros grupos estudantis. A ACLJ afirma que a escola desrespeita acordos anteriores.

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