- Em 2024, 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade correta, segundo especialistas de ONGs ligadas à educação.
- O resultado é visto como conquista e também desafio, indicando avanço nos últimos três anos.
- A avaliação aponta que a melhora depende de prioridade política e cooperação entre União, estados e municípios, com iniciativas como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.
- Persistem desigualdades: 34% das crianças no 2º ano ainda não sabem ler e escrever, o que pode impactar o desempenho nas séries seguintes e varia entre estados e municípios.
- 2024 foi o primeiro ano em que o grupo avaliado estava na pré-escola durante a pandemia, e especialistas destacam a necessidade de manter o foco e acelerar o ritmo para ler até o fim do 2º ano do ensino fundamental.
Em 2024, 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade certa, segundo avaliação de especialistas ligados ao setor de educação. O anúncio marca avanço relevante, mas também aponta desafios a serem enfrentados pelo País.
Especialistas de organizações como a ONG Todos Pela Educação e a Fundação Lemann destacam que o resultado reflete a continuidade de políticas públicas voltadas à alfabetização. A cooperação entre União, estados e municípios é apontada como condição central para esse progresso.
Para o benefício das crianças, o levantamento soma ações de programas nacionais que promovem o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e o Selo Nacional de Alfabetização. Executivos avaliam que esses dispositivos ajudam a tornar a aprendizagem mais eficiente e equitativa.
Desigualdades regionais continuam impactando o quadro. Segundo o estudo, 34% das crianças no 2º ano ainda não sabem ler e escrever no país, o que pode dificultar o desempenho nas séries seguintes. Especialistas defendem ações intencionais para alfabetizar esse grupo com atraso.
Ainda segundo os pesquisadores, 2025 foi o primeiro ano em que o conjunto avaliado esteve na pré-escola durante a pandemia, o que contribuiu para a melhoria observada. O efeito está associado a políticas públicas que mantêm o foco na aprendizagem desde a educação infantil.
Desafios e perspectivas
- O cenário exige manutenção de investimentos e monitoramento de dados para entender disparidades entre estados e municípios.
- A prioridade é acelerar o ritmo de alfabetização até o fim do 2º ano do ensino fundamental, conforme metas nacionais.
- A continuidade da cooperação federativa é considerada essencial para consolidar avanços e ampliar o alcance das ações.
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