- A secretária de Educação, Bridget Phillipson, afirmou que advogados exploram pais de crianças com necessidades especiais, movidos por lucro, ao criticarem as mudanças na política governamental.
- as declarações foram feitas durante a conferência anual da Association of School and College Leaders (ASCL), sobre a reformulação das necessidades educacionais especiais anunciada no mês passado, que favorece a inclusão em escolas regulares.
- Phillipson disse que há interesse em manter o status quo e que há lucro em explorar pais, tornando o sistema injusto para quem não pode pagar por serviços legais.
- as mudanças do white paper escolar também devem limitar gastos municipais com escolas privadas especializadas, o que levou a previsões de fechamento de instituições e mais falta de vagas.
- a secretária rejeitou que haja aumento de receitas de provedores independentes com capital de private equity, afirmando que o dinheiro deve seguir para resultados educacionais; a presidente da ASCL mencionou preocupação de que escolas possam entrar em conflito com pais, não com alunos.
Phillipson acusa advogados de explorar pais e alunos com necessidades especiais, afirmando que críticas às mudanças na política escolar são movidas por lucro. A declaração ocorreu na conferência anual da Association of School and College Leaders (ASCL).
A secretária de Educação afirmou que a reformulação deve reduzir o tom adversarial do sistema atual, no qual famílias muitas vezes lutam por apoio. Segundo ela, advogados teriam interesse em manter o status quo que gera ganhos.
As mudanças, apresentadas no mês passado, incluem mais crianças com autismo ou TDAH em escolas regulares. Phillipson disse que o problema não é apoiar pais, mas evitar que quem pode pagar tenha vantagens indevidas.
Desdobramentos na implementação
A proposta também prevê limitar gastos municipais com mensalidades em escolas especiais privadas, o que gerou críticas de possíveis fechamentos e aumento de vagas insuficientes. A secretária rebateu, citando necessidade de conter lucros de provedores privados.
Jo Rowley, presidente da ASCL, afirmou que escolas passam a ter mais responsabilidade na oferta de suporte, embora haja receio de conflitos com famílias. Ela ressaltou a importância de evitar disputas entre escola e família.
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