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Ministério da Saúde acolhe novos residentes para formação em todo o país

Com apoio do governo, cerca de 35 mil profissionais iniciam residências médicas e da área da saúde, ampliando vagas e fortalecendo o SUS no país

RESIDÊNCIAS EM SAÚDE
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  • Cerca de trinta e cinco mil profissionais de saúde iniciam formação em programas de residência médica e de residência na área profissional da saúde neste mês de março, acolhidos por instituições formadoras em todo o país.
  • Os programas abrangem quarenta e quatro especialidades e vinte e nove áreas de concentração, incluindo atenção à saúde da mulher e oncologia, com atuação em todo o território nacional.
  • O Ministério da Saúde financia aproximadamente sessenta por cento das bolsas de residência médica e cerca de noventa por cento das bolsas na área profissional da saúde.
  • Em parceria com o Ministério da Educação, houve expansão de vagas, especialmente na Amazônia Legal, com crescimento de vinte e sete por cento na residência médica e cento e vinte e três por cento na área profissional da saúde, criando trêscentas e vinte e três novas vagas na residência médica e quinhentas e noventa e quatro na área profissional da saúde.
  • A iniciativa integra o programa Agora Tem Especialistas (ATE) e busca reduzir o tempo de espera por atendimento especializado, fortalecendo o SUS e ampliando a formação de especialistas em regiões com menor oferta de profissionais.

Cerca de 35 mil profissionais de saúde iniciam neste março a formação em programas de residência médica e na área profissional da saúde, em todo o país. As novas residência são acolhidas por instituições formadoras, como parte de ações para fortalecer o SUS por meio de ampliar a formação de especialistas.

Os programas abrangem 44 especialidades e 29 áreas de concentração, com foco em núcleos estratégicos como atenção à saúde da mulher, oncologia e pediatria. O Ministério da Saúde financia aproximadamente 60% das bolsas de residência médica e cerca de 90% das bolsas na área profissional da saúde.

A expansão foi fortalecida em parceria com o MEC, com crescimento significativo de vagas, principalmente na Amazônia Legal. Na residência médica houve aumento de 27% no total de programas, e na área profissional da saúde, 123% de crescimento.

Isso resultou na criação de 323 novas vagas de residência médica e 594 vagas na área profissional da saúde, ampliando a formação em áreas prioritárias para o SUS. Entre elas, anestesiologia, cardiologia, neurologia pediátrica, pediatria e medicina de família.

Desdobramentos e mudança regional

Segundo o Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, a ampliação das residências em saúde qualifica o atendimento à população, especialmente em regiões com menor oferta de profissionais, fortalecendo o SUS e a formação no país.

O caso de Minas Gerais ilustra a atuação dos novos residentes: um médico inicia a residência em medicina paliativa no Hospital da Baleia e afirma que a formação é essencial para melhorar a prática na medicina de família e oferecer conforto aos pacientes em momentos críticos.

A expansão está alinhada ao programa Agora Tem Especialistas (ATE), que busca reduzir o tempo de espera por atendimento especializado e ampliar o acesso a serviços. A estratégia amplia vagas de residência e fortalece a capacidade formativa do SUS.

Para o diretor de Programa da SGTES, a ampliação de residências materializa o compromisso presidencial de levar mais saúde e especialistas ao país, com Minas Gerais entre os estados que mais formam profissionais para o restante do Brasil.

Entre as novidades regionais, houve criação de programas inéditos na Amazônia Legal, como o primeiro programa de Oncologia Pediátrica em Rondônia, além de iniciativas em Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência no Pará e no Tocantins. Também surgiram vagas para Saúde Indígena e Saúde do Campo.

A representante do Ministério da Educação observa a importância da chegada dos novos residentes e ressalta que o esforço é coletivo, com significativa taxa de vagas abertas no país e em Minas Gerais, refletindo uma atuação conjunta entre os ministérios e governos estaduais.

A residência em saúde é uma modalidade de especialização que integra ensino e serviço, ocorrendo diretamente nos serviços de saúde, e figura entre os principais instrumentos de qualificação da força de trabalho do SUS.

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