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Líder do governo de Ibaneis na Câmara do DF é alvo de operação por corrupção

Operação Blackboard investiga líder do governo na Câmara do DF por supostos desvios de emendas para aluguel superfaturado de imóvel que abrigaria escola

Imóveis do deputado distrital Hermeto (MDB) foram alvo de mandados de busca e apreensão
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  • O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios deflagrou a operação Blackboard, que investiga desvio de mais de R$ 46 milhões da educação pública.
  • Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em imóveis do deputado distrital Hermeto (MDB), líder do governo Ibaneis Rocha na Câmara Legislativa.
  • A investigação aponta que recursos teriam sido destinados irregularmente, via emendas, para aluguel de um imóvel particular supostamente para abrigar uma escola pública, com contrato possivelmente sem licitação.
  • Ao todo, foram cumpridos 31 mandados em unidades no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Goiás e Tocantins; são apurados crimes como corrupção, fraude à licitação, peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.
  • Hermeto informou, em nota ao UOL, que não participa de contratos da Secretaria de Educação e que o PDAF destinou recursos para melhorias em escolas; o governo afirma que o PDAF não pode custear aluguel.

O líder do governo Ibaneis Rocha (MDB) na Câmara Legislativa do Distrito Federal foi alvo de uma operação do Ministério Público que apura corrupção na educação. A ação envolve desvios superiores a 46 milhões de reais.

A operação Blackboard cumpriu 31 mandados de busca e apreensão em endereços no DF e nos estados de SP, GO e TO. Investiga-se aluguel superfaturado de um imóvel privado para abrigar uma escola, com dispensa de licitação e participação de agentes públicos com foro.

Hermeto nega envolvimento e afirma não ter gestão de contratos da Educação. Em nota, diz ter destinado verbas à melhoria de escolas, via PDAF, ao longo de sete anos, para mais de 60 unidades. Afirmou ainda que o PDAF não financia aluguel.

Investigações e próximos passos

O MPDFT aponta crimes de corrupção, fraude, peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. A Secretaria de Educação do DF não comentou a operação até o momento. O portal aguarda posicionamento oficial.

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