Em Alta NotíciasFutebolBrasilPolíticaeconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Escolas do RJ recebem aulas de literatura indígena e formação antirracista

Lá Vem História chega a 28 escolas do Rio, com literatura indígena e formação antirracista, beneficiando mais de cinco mil alunos e oficinas culturais

Projeto defende que a presença de vozes indígenas no cotidiano escolar é uma ferramenta poderosa contra o preconceito e a invisibilidade
0:00
Carregando...
0:00
  • Lançamento da nova edição do projeto “Lá Vem História” ocorre em 12 de março, às 9h, na Escola Municipal Barão de Itacurussá, Tijuca.
  • A iniciativa é realizada pela ONG Parceiros da Educação Rio e integra o Formação Antirracista.
  • Beneficiará mais de cinco mil alunos de 28 unidades da rede municipal do Rio de Janeiro.
  • Serão doados 600 exemplares de autores como Daniel Munduruku, Yaguarê Yamã e Eliane Potiguara, com oficinas de artes visuais, teatro, música e dança.
  • O objetivo é combater estereótipos e promover uma pedagogia do cuidado, com metas de consolidação até 2026.

A partir de 12 de março, às 9h, a Escola Municipal Barão de Itacurussá, na Tijuca, recebe o lançamento da nova edição do projeto Lá Vem História, combinado com a formação antirracista. A ação acontece na rede municipal do Rio de Janeiro.

A iniciativa, realizada pela ONG Parceiros da Educação Rio, beneficiará mais de 5 mil alunos de 28 unidades escolares da cidade. Serão distribuídos 600 exemplares de autores conhecidos, ampliando o acervo escolar e promovendo oficinas culturais.

Ao completar três anos, o programa reforça seu objetivo de transformar o ambiente escolar por meio da literatura de autoria indígena e da valorização de saberes originários. Serão promovidas artes visuais, teatro, música e dança.

Novo Paradigma Educativo

O projeto propõe uma ruptura com a lógica de aceleração, priorizando a pedagogia do cuidado. Baseado em elementos da natureza e mitos de criação, busca reconectar estudantes ao meio ambiente e à coletividade.

Idealizado e coordenado por Lêda Fonseca, o Lá Vem História reforça que a presença de vozes indígenas torna o cotidiano escolar mais plural. A administradora afirma que autores como Munduruku e Carina Pataxó ajudam as crianças a ver a diversidade como realidade presente.

A iniciativa também atua no combate a estereótipos, substituindo visões simplistas por uma compreensão aprofundada da diversidade brasileira. A meta para 2026 é consolidar a mudança de perspectiva pela arte.

Segundo a organização, a arte funciona como instrumento para manter o mundo aberto e estimular uma postura ética, contribuindo para a preservação do futuro. A ideia é ampliar o entendimento das crianças sobre o espaço humano na natureza.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais