- O Ministério da Educação anunciou a construção de 117 escolas indígenas no país, com investimento de R$ 785 milhões, como parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, previsto para 2026.
- Amazonas, Roraima e Amapá terão o maior número de escolas, com 27, 23 e 17 unidades, respectivamente; também serão beneficiados estados como Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins.
- A escolha dos locais ocorreu com base em critérios técnicos, territoriais e populacionais.
- A formalização das propostas foi feita pelo TransfereGov, com participação de chefes do poder Executivo estadual, análise preliminar do FNDE e operacionalização pela Caixa Econômica Federal.
- Os espaços educativos serão criados respeitando a identidade cultural, modos de vida e organização territorial dos povos originários e das comunidades tradicionais.
O Ministério da Educação anunciou a construção de 117 escolas indígenas em todo o país, com investimento total de 785 milhões de reais. A informação foi divulgada pelo ministro Camilo Santana durante visita à comunidade Sahu-Apé, no Amazonas, na quinta-feira (26).
A iniciativa faz parte do Eixo Educação, Ciência e Tecnologia do Novo PAC e prevê a construção e ampliação de unidades educacionais indígenas em 2026. Os espaços educativos devem respeitar a identidade cultural, os modos de vida e a organização territorial dos povos originários e comunidades tradicionais.
Ao todo, 17 estados serão beneficiados. Amazonas, Roraima e Amapá receberão o maior número de escolas, com 27, 23 e 17 unidades, respectivamente. Outros estados listados são Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins.
Detalhes da seleção de locais
A escolha dos locais seguiu critérios técnicos, territoriais e populacionais, conforme nota do ministério. A formalização das propostas ocorreu via sistema TransfereGov, com participação de chefes do poder Executivo estadual, análise técnica preliminar do FNDE e operacionalização pela Caixa Econômica Federal.
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