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Como criar uma sociedade de aprendizado contínuo: caminhos e desafios

Pesquisa de Stanford discute educação contínua para universalizar acesso ao conhecimento, com IA ajudando a adaptar conteúdos e abrir coalizões globais

William Gaudelli, diretor da Faculdade de Aprendizagem ao Longo da Vida, da Georgia Tech — Foto: Divulgação
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  • O Century Summit VI, em Stanford, discutiu um design educacional mais conectado às demandas atuais, com foco em aprendizado ao longo da vida e uso da IA para ampliar o acesso.
  • William Gaudelli afirmou que o sistema de ensino precisa ser reinventado, já que cursos de quatro ou cinco anos não atendem mais às necessidades da vida toda.
  • Dados citados: três em cada quatro empregadores têm dificuldade para encontrar habilidades; duas em cada cinco habilidades atuais devem mudar ou ficar desatualizadas até 2030.
  • Candace Thille destacou que a IA ajuda a criar modelos educativos sob medida para diferentes públicos, permitindo replicar experiências de qualidade ao redor do mundo sem concentrar poder.
  • Carissa Little disse que a meta é expandir o acesso ao conhecimento com tecnologia, usando realidade virtual e IA para reduzir o tempo de criação de conteúdos; Gaudelli pediu uma ampla coalizão de governos, empresas e doadores para um campus que apoie o estudante ao longo da vida.

O Century Summit VI, promovido pela Universidade Stanford, debateu o futuro da educação com foco em aprendizado ao longo da vida e o papel da inteligência artificial. O evento reuniu especialistas para discutir novas formas de ensinar que alcancem pessoas em diferentes estágios da vida e em diversas regiões.

No painel “Viabilizando o aprendizado em todas as fases da vida”, representantes de universidades apresentaram propostas para redesenhar a educação. Eles destacaram a necessidade de modelos mais adaptativos, que valorizem habilidades em rápida transformação e a inclusão de públicos variados.

Participantes enfatizaram que a IA pode ampliar o acesso ao conhecimento, desde que a redistribuição de poder seja prioridade. Candace Thille, da Stanford, explicou que a IA permite criar modelos sob medida para diferentes contextos, reduzindo barreiras de acesso.

Carissa Little, executiva da Stanford, reforçou que tecnologia como realidade virtual tem potencial para cursos de qualidade adaptáveis às necessidades do aluno. Ela apontou que a IA acelera a produção de conteúdos educativos.

Para viabilizar a visão, William Gaudelli, da Georgia Tech, propôs que o campus vire ferramenta de apoio contínuo ao estudante, aberto à comunidade. Ele pediu coalizões amplas entre governos, empresas e doadores para sustentar a educação ao longo da vida.

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