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Sindicato aciona Ministério Público contra falas de Malafaia

Sintepe aciona o Ministério Público de Pernambuco contra falas de Malafaia, que, segundo o sindicato, desmoralizam professores e promovem confronto ideológico nas escolas

Malafaia
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  • O Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sintepe) acionou o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o pastor Silas Malafaia.
  • A entidade alega que as falas dele visam desmoralizar professores e estimular o confronto ideológico nas escolas.
  • Segundo o Sintepe, Malafaia afirmou que professores que defendem a ideologia de gênero não têm moral para falar de família e não podem ensinar valores cristãos na escola pública.
  • A ação busca garantir a liberdade de ensino, proteger os profissionais da educação e evitar discursos de ódio e intolerância.
  • O MPPE ainda não se manifestou; o sindicato aguarda a análise do conteúdo e as providências cabíveis.

O Sindicato dos Professores do Estado de Pernambuco (Sintepe) acionou o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o pastor Silas Malafaia. A ação ocorre após declarações do líder religioso, segundo a entidade, voltadas a desmoralizar professores e estimular o confronto ideológico nas escolas.

Para o Sintepe, Malafaia afirmou que professores que defendem a ideologia de gênero “não têm moral para falar de família” e que “não podem ensinar valores cristãos na escola pública”. A entidade vê nesse discurso uma forma de intimidar profissionais da educação e impor uma visão conservadora.

A entidade destaca ainda que tais declarações ferem a liberdade de expressão e o direito de os professores exercerem suas funções sem ataques pessoais ou ideológicos. O objetivo da ação é preservar a liberdade de ensino e a proteção dos profissionais.

O Sintepe afirma que o objetivo também é evitar a disseminação de discursos de ódio e intolerância nas escolas públicas de Pernambuco, promovendo respeito e pluralidade. A educação deve permanecer como espaço de diálogo e democracia.

O Ministério Público de Pernambuco ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ação, mas deve analisar o conteúdo das declarações e as providências cabíveis. A cobrança é pela apuração de possíveis impactos sobre o ambiente escolar.

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