- Milhões de estudantes voltam às aulas a partir de 9 de fevereiro em cerca de 180 mil escolas, conforme pronunciamento do ministro Camilo Santana no domingo (8).
- O uso de celulares em sala segue restrito, com a tecnologia sendo utilizada apenas como ferramenta pedagógica para reforçar o aprendizado.
- A conectividade nas escolas públicas passou de 45% em 2023 para 70% em 2026; hoje, 96 mil escolas já contam com internet para uso educacional.
- Desde 2023, o governo entregou mais de 2.250 unidades escolares e retomou obras paralisadas, com mais de 6 mil ainda em andamento.
- Avanços incluem educação integral em 91% das cidades (versus 17% em 2023), reajuste de 55% no orçamento da alimentação escolar, melhoria na alfabetização (60% das crianças alfabetizadas em 2024), programa Pé-de-Meia com 200 reais e perspectiva de 1.000 reais para quem progredir, além de recordes no Enem, Sisu, Prouni e Fies para expansão do acesso ao ensino superior.
O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou em pronunciamento nacional que o retorno às aulas ocorre na segunda-feira, dia 9 de fevereiro, em cerca de 180 mil escolas públicas e privadas do Brasil. O objetivo é mostrar avanços das políticas do MEC para educação de qualidade com equidade.
Santana destacou ganhos em conectividade, com a internet educacional presente em 96 mil escolas, e a expansão de escolas, creches e quadras desde 2023. A medida de uso pedagógico de celulares permanece para fortalecer o aprendizado, não como distração.
O ministro ressaltou o aumento da conectividade de 45% em 2023 para 70% em 2026, cobrindo grande parte das escolas públicas com acesso adequado. Ele citou a retomada de obras paralisadas e a criação de novas unidades em andamento.
Resultados e investimentos em educação
Entre os destaques, Camilo Santana listou a expansão da educação em tempo integral, hoje presente em 91% das cidades, contra 17% em 2023. Também apontou o reajuste de 55% no orçamento da alimentação escolar para 2026.
Mais de 240 milhões de livros já estão chegando às escolas pelo PNLD, segundo o MEC. No campo da alfabetização, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada aponta avanço: 60% das crianças atingem o padrão esperado, ante 36% anteriormente.
Ações de apoio e acesso ao ensino superior
O programa Pé-de-Meia passou a oferecer R$ 200 mensais aos estudantes, com expectativa de chegar a R$ 1.000 para jovens que repetirem o ano. A iniciativa atende quase 6 milhões de estudantes, reduzindo abandono e atraso escolar.
Sobre ensino superior, Santana citou a expansão do Enem como porta de entrada, com recorde de vagas no Sisu 2026 e maior oferta de vagas em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. O Prouni também atingiu números recordes, com mais de 590 mil bolsas.
Educação técnica e superior
Na educação profissional, 106 novos institutos federais já constam em construção, abrindo 140 mil vagas. O total de matrículas na rede federal subiu de 3,9 milhões para 4,5 milhões nos últimos anos.
Santana encerrou reforçando o compromisso do MEC com a valorização de docentes, melhorias nas carreiras e apoio a alunos de baixa renda, negras, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, sem traçar julgamentos ou opiniões.
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