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Revolut anuncia Paulo Guedes em novo conselho consultivo no Brasil

Revolut divulga novo conselho consultivo no Brasil, com Paulo Guedes, ex-ministro, e especialistas em governança, visando operação de longo prazo

Paulo Guedes, em foto de 2022: ex-ministro atuará exclusivamente como membro do conselho consultivo da fintech.
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  • A Revolut nomeou Paulo Guedes, ex‑ministro da Economia, como integrante de um novo conselho consultivo independente no Brasil, junto de Luiz Lobo e Ana Novaes.
  • O grupo terá atuação local e visa criar uma estrutura de governança alinhada aos padrões globais da fintech.
  • Paulo Guedes atuará apenas como membro do conselho consultivo; é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e comandou o Ministério da Economia entre 2019 e 2022.
  • Após deixar o governo, Guedes cofundou a YVY Capital em 2023, com foco em infraestrutura na região, recebendo investimento minoritário do UBS em fevereiro de 2025.
  • A Revolut Brasil está desde 2023 no país e afirma seguir com uma operação de longo prazo, oferecendo serviços de banco digital, pagamentos e câmbio, acompanhada de mais de 75 milhões de clientes no mundo.

A Revolut anunciou que Paulo Guedes, ex-ministro da Economia de Jair Bolsonaro, passa a integrar um novo conselho consultivo independente no Brasil. A medida foi divulgada pela fintech britânica nesta quinta-feira, 11, e envolve também Luiz Lobo e Ana Novaes. O objetivo é fortalecer a governança local da empresa no país.

Guedes atuará apenas como membro do conselho consultivo, sem exercer funções executivas. O ex-ministro é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e comandou a pasta entre 2019 e 2022. Em 2023, fundou a YVY Capital, com foco em infraestrutura, ao lado de Gustavo Montezano.

Luiz Lobo traz experiência em governança, compliance e gestão de riscos no sistema financeiro brasileiro, com histórico como Chief Risk Officer e conselhos de instituições como o BTG Pactual, conforme seu perfil profissional.

Ana Novaes possui atuação no mercado de capitais, integrando conselhos de empresas abertas, incluindo B3, CCR e CPFL, além de participação em entidades ligadas à supervisão do mercado, como o Fundo Garantidor de Créditos.

Em comunicado, o CEO da Revolut Brasil, Glauber Mota, afirmou que a empresa busca uma operação de longo prazo no país, alinhada aos mais altos padrões de governança e supervisão. A Revolut atende a mais de 75 milhões de clientes globalmente e processa bilhões de transações mensais.

A Revolut opera no Brasil desde 2023, oferecendo serviços de banco digital, pagamentos, conta multidivisa e opções de investimentos. A entrada de Guedes no conselho reforça a aposta da fintech em presença regulatória e estratégica no mercado nacional.

Estrutura de governança

A nomeação integra a estratégia de governança local da Revolut, visando orientar decisões com supervisão independente. O grupo passa a contar com especialistas de áreas de risco, mercado de capitais e regulação.

Contexto de mercado

A iniciativa ocorre em meio a um ambiente de competição entre fintechs globais e bancos tradicionais no Brasil. A Revolut já disputava espaço com players locais e internacionais, ampliando ofertas para clientes brasileiros.

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