- Ibovespa subiu 0,68%, fechando aos 169.813 pontos, em contramão das bolsas internacionais.
- Entre as ações brasileiras, PETR4 perdeu 0,12% e RAIZ4 avançou 4,55% (um dos papéis mais negociados).
- No exterior, a maioria dos ativos caiu, com fortes quedas entre fabricantes de chips e o Nasdaq 100 recuando 2%.
- O S&P 500 teve alta em algumas ações, mas a fraqueza do setor de tecnologia fez o índice fechar em baixa.
- O petróleo teve menor queda após Trump dizer que os EUA devem responder ao ataque do Irã, elevando a volatilidade no cenário geopolítico.
O Ibovespa fechou em alta de 0,68% nesta terça-feira, aos 169.813 pontos, contrariando a tendência de bolsas internacionais mais teatrais. O movimento ocorreu apesar da volatilidade nas negociações externas e da cautela em relação ao conflito no Oriente Médio.
Entre as ações brasileiras, Petrobras preferenciais caiu 0,12%. Raízen teve destaque positivo, com alta de 4,55%, sendo um dos papéis mais negociados do dia. No câmbio, o dólar comercial ficou praticamente estável, recuando 0,04% para R$ 5,177.
Mercados globais em baixa e fatores setoriais
A maioria das ações no exterior recuou, com peso do setor de tecnologia. Empresas de chips mostraram forte oscilação e chegaram a cair cerca de 4%, pressionando índices como Nasdaq 100. Apesar de parte das ações do S&P 500 subirem, a fraqueza tecnológica impediu avanço significativo.
O petróleo amenizou a queda após o presidente Donald Trump afirmar que os EUA devem responder ao ataque do Irã a um helicóptero americano, alimentando incertezas sobre o desfecho do conflito. A volatilidade nos semicondutores também surge em meio a expectativas de gastos persistentes com inteligência artificial.
Informações adicionais fazem referência a dados da Bloomberg News, que reportou o fechamento dos mercados na sessão de hoje.
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