- Ibovespa fechou em alta de 0,17%, aos 177.649,86 pontos, com máxima de 178.546,59 e mínima de 175.805,16; volume financeiro de R$ 23,77 bilhões.
- Petrobras teve ganhos: Petrobras PN avançou 0,78% e Petrobras ON subiu 1,25%.
- Vale subiu 0,77%, revertendo parte da sessão, com o minério de ferro na China pressionado.
- Copasa ON caiu 3,14% após anunciar oferta pública secundária de ações que pode movimentar mais de R$ 10 bilhões, como parte do processo de privatização.
- Dólar terminou próximo de R$ 5,00; Brent caiu 2,32% para US$ 102,58.
O Ibovespa fechou em alta modesta nesta quinta-feira (21), em meio a expectativas de avanços nas negociações entre EUA e Irã. O índice marcou 177.649,86 pontos, avanço de 0,17%, com máxima de 178.546,59 pontos e mínima de 175.805,16. O volume somou R$ 23,77 bilhões.
O pregão foi influenciado por movimentos no petróleo e nos títulos americanos, após rumores de progresso em um acordo entre Washington e Teerã. Fontes distintas indicaram sinais variados sobre o desfecho do conflito no Oriente Médio.
Cenário externo
O petróleo Brent encerrou em queda de 2,32%, a US$ 102,58. O rendimento do Tesouro de 10 anos ficou em 4,564% no fim da tarde, próximo da distância de ontem. O S&P 500 subiu 0,17% no mesmo compasso de notícias sobre o estágio das negociações globais.
Entre os destaques, Itaú Unibanco subiu 1,13% e Bradesco avançou 0,22%. Petrobras registrou alta de 0,78% na PN e 1,25% na ON, mesmo com queda de preços externas, após anúncio de adesão a programa de subvenção federal.
Desempenho setorial
CSN ON ganhou 3,43% com o viés favorável ao setor siderúrgico, acompanhando recuos de importações na China. Usiminas PNA subiu 1,98% após relatório do Goldman Sachs. Vale ON avançou 0,77%, revertendo parte da sessão.
Rumo às privatizações
Copasa ON caiu 3,14% após anunciar oferta pública secundária de ações. O vendedor é o Estado de Minas Gerais e a operação pode movimentar mais de R$ 10 bilhões, com precificação prevista para 2 de junho. Minerva ON recuou 5,4%.
Dólar e fatores domésticos
O dólar fechou praticamente estável perto de R$ 5,00, com leve queda de 0,05%, a R$ 5,0005. O dólar futuro para junho subiu 0,03%, a R$ 5,01. Também repercutiu no mercado a menção a investigações envolvendo políticos e empresas.
Perspectivas
No front institucional, o mercado ficou atento a novos desdobramentos sobre acordos no Oriente Médio e impactos sobre commodities. As ações ligadas a energia, bancos e infraestrutura continuaram a compor o ritmo de movimentos da bolsa.
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