- Anthropic está em conversas iniciais para alugar servidores Azure com chips da Microsoft, para rodar o modelo Claude.
- A capacidade do megaacordo com SpaceX, de cerca de 15 bilhões de dólares por ano, não seria suficiente, segundo The Information.
- A Anthropic tem aumentado o uso do Azure de forma contínua.
- Os chips Maia 200 da Microsoft são feitos para executar modelos já existentes, como Claude, e não para treinar novos com mais velocidade.
- A relação entre Anthropic e Microsoft é semelhante à de OpenAI, com opções de uso de infraestrutura que variam conforme a necessidade (uso ativo vs. treino).
Anthropic está em conversas iniciais para usar chips de IA da Microsoft além do acordo com a SpaceX. Segundo informações do The Information, a capacidade atual, mesmo com o megacorte de 15 bilhões de dólares por ano, não seria suficiente para sustentar Claude, o modelo da Anthropic, levando a negociações para alugar servidores Azure com os chips da Microsoft.
A Anthropic vem aumentando progressivamente a utilização da infraestrutura do Azure, indicam as mesmas fontes. Em paralelo, a parceria da Microsoft com a Anthropic tem mostrado dinâmica de uso variável, semelhante ao que ocorre com a OpenAI.
Os chips Maia 200 da Microsoft seriam destinados a apoiar a execução de modelos já existentes, incluindo Claude. Mas, segundo as informações, eles não seriam tão rápidos para treinar novos modelos em comparação com outras opções de hardware mais potentes.
O interesse da Anthropic em ampliar a capacidade de processamento ocorre em um momento de alta demanda por IA computacional. A reportagem não detalha os termos financeiros ou o cronograma técnico das negociações em curso.
Especificamente, a MS já mantém acordos para suportar Claude, mas a possibilidade de ampliar o uso de chips da empresa aponta para uma estratégia de diversificação de suprimentos de hardware. Não houve confirmação oficial nem anúncio público das negociações até o momento.
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