- Os preços do minério de ferro recuaram, com o contrato na Dalian encerrando em 798,5 iuanes a tonelada, queda de 0,87%, a quarta sessão seguida de baixa.
- No início do dia, o contrato atingiu 794 iuanes, o menor nível desde 30 de abril.
- A China anunciou um plano mais rígido para controlar a capacidade da siderurgia, o que reduziu as perspectivas de demanda por minério.
- O minério de referência para junho na Bolsa de Cingapura caiu para US$ 107,65 a tonelada, após tocar US$ 107,2, o menor desde 1º de maio.
- Ainda assim, o consumo firme de minério no curto prazo limitou as perdas.
Os preços do minério de ferro passaram por mais queda nesta terça-feira, pressionados por um plano da China de reduzir ainda mais a capacidade da siderurgia, o que tende a limitar a demanda por matérias-primas. A volatilidade ocorreu mesmo com sinais de consumo firme a curto prazo.
Na China, o contrato mais ativo na Bolsa de Dalian (DCE) encerrou o dia em queda de 0,87%, a 798,5 iuanes por tonelada. Pela sessão, o contrato chegou a tocar 794 iuanes, menor patamar desde 30 de abril.
Outra referência foi o minério de referência para junho na Bolsa de Cingapura, que caiu 0,51%, para US$ 107,65 a tonelada, após tocar US$ 107,20 no intraday, o menor nível desde 1º de maio.
A leitura de mercado aponta que o aperto de capacidade na China reduz a expectativa de demanda por minério de ferro no curto prazo, ajudando a manter a pressão sobre os preços. Ainda assim, o consumo firme no curto prazo ameniza parte da pressão negativa.
A medida chinesa visa conter o excesso de capacidade da indústria siderúrgica, o que pode limitar a demanda por minério no segundo semestre. Expertises locais destacam que o cenário continua sensível a anúncios regulatórios e a dados de produção.
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