- Participação de mulheres em conselhos de empresas públicas do índice Russell 3000 ficou em 29,9% no primeiro trimestre, caindo abaixo do pico de 30,4% registrado há um ano.
- No período, houve 138 assentos ganhos por mulheres e 83 perdidos, resultando em ganho líquido de 55 lugares.
- Ganho líquido para os homens foi de 186 assentos, compensando parcialmente a queda feminina, conforme estudo da 50/50 Women on Boards com Equilar.
- Do total, 80 empresas entre 2.843 não tinham nenhuma mulher no conselho; cerca de 13% tinham apenas uma e aproximadamente 45% tinham três ou mais.
- Participação de diretores não brancos caiu de 18,8% para 18,6%; mulheres de cor ocupavam 7,3% dos cargos e homens 11,2% (dados de 41% dos diretores que informaram raça/etnia).
Nos Estados Unidos, a participação de mulheres nos conselhos de administração de empresas públicas caiu no primeiro trimestre, abaixo do pico de 30,4% registrado há um ano. O recuo ocorreu no universo do Índice Russell 3000, que reúne companhias de médio e grande porte.
No trimestre recente, mulheres ocuparam 29,9% dos assentos nos conselhos dessas empresas. Entre janeiro e março, houve ganho líquido de 55 assentos para mulheres (138 ganhos e 83 perdas).
Enquanto isso, os assentos ocupados por homens cresceram, com ganho líquido de 186 posições para esse grupo. A leitura conjunta aponta uma reversão de parte dos avanços observados após movimentos como o #MeToo.
Dados gerais sobre a composição dos conselhos
A queda ocorre em um momento de acoplamento entre pressão para ampliar representatividade e posições políticas que discutem políticas de inclusão. Estudo encomendado pela 50/50 Women on Boards, em parceria com a Equilar, traz as informações do período.
A participação de diretores não brancos também recuou levemente, de 18,8% para 18,6%. Entre eles, mulheres de cor respondiam por 7,3% e homens de cor por 11,2%. Os números consideram apenas 41% dos diretores que informaram raça e etnia.
Dos 2.843 conselhos analisados, 80 empresas não tinham nenhuma mulher no board e cerca de 13% tinham apenas uma. Aproximadamente 45% possuíam três ou mais mulheres em seus conselhos.
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