- A H&M abriu a primeira loja no Brasil há nove meses para se apresentar ao público local.
- O principal desafio, segundo a empresa, é o reconhecimento da marca pelos consumidores brasileiros, não o preço ou o produto.
- O country manager da H&M Brasil, Joaquim Pereira, destaca a necessidade de humildade e de aprender com o consumidor brasileiro.
- A adaptação inclui uma “nova identidade” de marca, que passa a ser pronunciada no Brasil como “agá e eme” em vez de H&M.
- A abertura da primeira loja no Rio de Janeiro, em abril, marca a etapa de apresentação da marca ao mercado brasileiro.
A H&M, varejista sueca de moda, abriu sua primeira loja no Brasil há nove meses. O principal desafio não é preço nem produto, mas o reconhecimento da marca pelos brasileiros.
O country manager da H&M Brasil, Joaquim Pereira, afirma que a chegada exigiu humildade e aprendizado com o consumidor brasileiro, especialmente na adaptação cultural que envolve apresentar a marca ao público local.
Parte desse processo envolve uma “nova identidade”. No Brasil, as iniciais da marca passam a ser pronunciadas como agá e eme, afinando a comunicação com o público nacional.
Nova identidade e reconhecimento
Ao longo de 2026, a H&M intensificou ações para aumentar a visibilidade da marca no país, buscando trazer mais clareza sobre quem é a empresa e o que oferece no varejo de moda.
A rede abriu recentemente sua primeira loja no Rio de Janeiro, em abril, marcando uma etapa importante na estratégia brasileira de atuação, que conta com ajustes contínuos na comunicação.
Contexto de mercado e próximos passos
Especialistas apontam que o desafio da H&M no Brasil é ampliar o conhecimento da marca entre potenciais clientes, além de consolidar a presença em grandes centros e shoppings de capitais.
Executivos da empresa destacam que os aprendizados com o consumidor brasileiro devem orientar futuras expansões e a adaptação de campanhas e peças ao gosto local.
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