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Compass levanta R$ 3,2 bi em IPO, encerrando seca de quase cinco anos na bolsa

Compass levanta R$ 3,2 bilhões em IPO secundário na B3, com recursos indo aos acionistas vendedores e encerrando quase cinco anos sem debuts relevantes

A Compass Gás e Energia, controlada pela Cosan, precificou nesta quinta-feira, 7, sua oferta pública inicial de ações (IPO) na B3
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  • A Compass Gás e Energia, controlada pela Cosan, precificou o IPO em 7 de maio de 2026, levantando R$ 3,2 bilhões em venda de ações existentes (oferta secundária).
  • O preço por ação ficou em R$ 28, dentro da faixa indicativa de R$ 28 a R$ 35; foram vendidas 100,8 milhões de ações ordinárias.
  • A operação encerra quase cinco anos sem grandes IPOs na B3 e marca a retomada de ofertas de capitais no mercado brasileiro.
  • A oferta foi destinada exclusivamente a investidores profissionais; as ações passam a ser negociadas na B3 a partir de 11 de maio, com liquidação prevista para 12 de maio.
  • Houve ampliação de 13% no lote inicial (mais 11,6 milhões de papéis) para atender a demanda, e há possibilidade de exercício de lote suplementar de até 15% da oferta inicial.

A Compass Gás e Energia, controlada pela Cosan, precificou seu IPO na B3 na quinta-feira, 7. A operação totalizou R$ 3,2 bilhões e envolve venda de ações pelos acionistas vendedores, não aporte de caixa para a empresa. O objetivo é monetizar participação e aumentar liquidez.

O IPO é secundário, o que significa que não há emissão de novas ações pela Compass. Recursos vão para os acionistas vendedores, não para o caixa da companhia. A Compass vem definindo a estratégia como parte de um ajuste financeiro do grupo.

A Compass atua nos segmentos de gás natural e energia, crescendo por aquisições e expansão de infraestrutura. O movimento ocorre em meio a esforços do grupo Cosan para reduzir endividamento e reorganizar sua estrutura financeira.

Quem está envolvido: a Compass Gás e Energia, a Cosan e os bancos coordenadores da operação. Entre as instituições estão BTG Pactual, Bank of America, Bradesco BBI, Citi, Itaú BBA, Santander, JP Morgan, XP, BNP Paribas e UBS.

Quando e onde ocorreu: o preço por ação foi definido na sessão de 7 de maio, com a oferta destinada a investidores profissionais. As ações começam a ser negociadas na B3 no dia 11 de maio, com liquidação prevista para 12 de maio.

Detalhes da oferta: o preço inicial foi fixado em R$ 28 por ação, dentro da faixa indicativa de até R$ 35. Foram vendidas 100,8 milhões de ações, com ampliação de 13% para 11,6 milhões adicionais para atender à demanda. Um lote suplementar de até 15% pode ser exercido pelos coordenadores.

Por que acontece: a operação integra a estratégia de reorganização financeira do grupo Cosan, que inclui redução de endividamento e ajustes de participação societária. Nos meses recentes, a Cosan vendeu participações, renegociou dívidas e realizou mudanças em conselhos de subsidiárias.

Contexto econômico e perspectivas: o IPO marca o retorno dos lançamentos de oferta pública na Bolsa brasileira após quase cinco anos, refletindo condições de mercado ainda desafiadoras. Economistas destacam sinal positivo, mas ressalvam que a janela de captação depende da taxa Selic.

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