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Ibovespa fecha em queda com Vale e bancos entre as maiores pressões

Ibovespa fecha em queda, Vale e bancos entre as maiores pressões; Embraer avança com encomenda dos Emirados em meio a cenários geopolíticos eDesenrola

O Ibovespa terminou o dia em queda de 0,92%, a 185.600 pontos - tendo marcado 185.537,58 pontos na mínima e 187.666,20 pontos na máxima.
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  • O Ibovespa caiu 0,92%, fechando em 185.600,12 pontos; a mínima foi 185.537,58 pontos e a máxima 187.666,20 pontos, com volume de R$ 26,38 bilhões.
  • Vale ON recuou 3,1% e Itaú Unibanco PN caiu 1,8%, enquanto Embraer ON subiu 2,54% após anúncio de encomenda dos Emirados Árabes.
  • Governo lançou o Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas com uso de até R$ 15 bilhões em garantias da União; houve novas regras para crédito com desconto em folha para aposentados e servidores.
  • Bradesco PN caiu 2,12% e Banco do Brasil ON recuou 1,35% na sessão.
  • Petrobras PN subiu 0,53% em dia de alta do petróleo, com destaque para ajustes de mercado e comentários de casas de análise sobre preço-alvo.

O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira (04), abaixo de 186 mil pontos, com Vale e Itaú Unibanco entre as maiores pressões de baixa. Embraer apareceu entre os destaques positivos após anunciar encomenda do Oriente Médio. O governo revelou o programa Novo Desenrola para renegociação de dívidas.

O índice recuou 0,92%, para 185.600,12 pontos, com a sessão sendo marcada por tensão geopolítica e avaliação de medidas de endividamento público. O volume financeiro somou 26,38 bilhões de reais na volta do feriado prolongado.

Analistas divergem sobre a direção de curto prazo. O Itaú BBA aponta que o Ibovespa permanece acima de 184.300 pontos, mas pode recuar a 179.700 e 174.900 sem romper suportes. A resistência está em 189.100 pontos para retomar fôlego.

Perspectivas e setores

A XP vê correção no movimento, com fatores técnicos e fluxos influenciando o curto prazo. Mesmo assim, otimismo permanece com o Brasil considerado vencedor relativo no cenário global, com expectativa de fluxo positivo para emergentes.

Estimativas de lucro por ação seguem revisadas para cima, elevando o cenário de fechamento para 2026. O relatório cita melhoria de valuations e expectativa de continuidade de ganhos, mesmo com ajustes de curto prazo.

No front governamental, o Novo Desenrola pode usar até 15 bilhões de reais em garantias para tornar crédito mais barato a devedores, além de regras mais duras para empréstimos com desconto em folha. A medida impacta famílias, micro e pequenas empresas.

Destaques setoriais

Vale ON recuou 3,1% sem referência dos preços do minério de ferro na China por feriado. Itaú Unibanco PN caiu 1,8%; Bradesco PN, 2,12%; Banco do Brasil ON, 1,35%; Santander Brasil UNIT, 1,65%. Petrobras PN subiu 0,53% com alta internacional do petróleo.

Embraer ON avançou 2,54% após Emirados Árabes Unidos anunciarem encomenda de cargueiros KC-390, a maior demanda internacional pelo modelo. Braskem PNA subiu 3,83% após eleição de novo conselho de administração. Hapvida ON caiu 7,18% em ajuste após alta recente.

Cyrela ON cedeu 4,98% e MRV ON caiu 3,47%, com o setor imobiliário fechando em queda de 2,12% diante de medidas para renegociação de dívidas que incluíram uso do FGTS.

Petróleo e consequências

Preços do petróleo subiram cerca de 6% com o Irã intensificando ataques a Aviões e navios no Golfo Pérsico. Brent fechou a US$ 114,44 por barril, WTI a US$ 106,42, impulsionados por tensões regionais.

Forças iranianas teriam atacado navios no Estreito de Ormuz e incendiado um porto saudita, elevando preocupações sobre a oferta global. EUA afirmaram neutralizarem pequenas embarcações iranianas e interceptarem mísseis.

Dólar

O dólar fechou em leve alta de 0,31% frente ao real, a R$ 4,9679. A moeda oscilou ao longo do dia diante do retorno de tensões no Oriente Médio, mantendo-se próximo de 5 reais mas sem romper esse patamar.

Analistas destacam que o exterior influencia cotações locais, com exportadores fazendo movimentos de venda para proteção de ganhos. O cenário geopolítico permanece como fator relevante para o câmbio.

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