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SpaceX atrai investidores de varejo em busca do maior IPO da história

SpaceX inicia roadshow para IPO avaliado em até $2tn, destinando até 30% das ações a investidores de varejo

A Falcon 9 SpaceX rocket lifts off Cape Canaveral, Florida.
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  • SpaceX mira abrir capital valorizando a empresa em cerca de $2 trilhões, em uma das maiores ofertas públicas da história.
  • A empresa planeja colocar parte das ações — até cerca de 30% — para investidores de varejo, não profissionais.
  • O lançamento da oferta inclui roadshow para bancos a partir de 7 de junho e um evento para varejo em 11 de junho, com cerca de 1.500 investidores.
  • Investidores de varejo de Reino Unido, União Europeia, Austrália, Canadá, Japão e Coreia também poderão participar.
  • A previsão é levantar aproximadamente $75 bilhões com a operação, liderada por bancos como Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, JPMorgan e Goldman Sachs.

SpaceX planeja abrir o capital com o maior IPO da história, avaliando a empresa em cerca de US$ 2 trilhões. A divulgação ocorre enquanto executivos buscam atrair investidores de varejo para sustentar a oferta.

A empresa informou que pode reservar até 30% das ações para investidores não profissionais, buscando ampliar a base de compradores. A operação visa levantar em torno de US$ 75 bilhões.

O roadshow de venda ao público começa em 7 de junho, com reuniões de analistas de 21 bancos escolhidos pela SpaceX, seguidas de um evento para varejo em 11 de junho. O local do evento não foi divulgado.

SpaceX continua avançando em áreas que vão de lançamento espacial a IA com a aquisição de xAI. Em fevereiro, a fusão elevou a valorização do grupo para cerca de US$ 1,25 trilhão; estimativas recentes indicam US$ 2 trilhões.

A empresa mantém parceria com grandes bancos de Wall Street para liderar a captação: Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, JP Morgan e Goldman Sachs. A operação deve figurar entre as maiores já registradas.

As receitas do ano passado ficaram entre US$ 15 e US$ 16 bilhões, com contribuição expressiva de Starlink, serviço de internet via satélite, e contratos com o governo dos EUA para defesa e exploração espacial.

Analistas projetam receitas de cerca de US$ 20 bilhões em 2026, com crescimento vindo principalmente de atividades satelitais e exploratórias, enquanto a área de IA pode enfrentar competição intensa.

O plano também envolve a ideia de estabelecer centros de dados no espaço, tema que envolve desafios tecnológicos como radiação, detritos orbitais e logística de montagem.

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