- Ibovespa caiu 1,13% às 11h, fixando-se em 186.037 pontos.
- Dólar comercial subiu 0,51%, cotado a R$ 5,173.
- Petróleo Brent valorizou 0,55%, a US$ 110,49.
- Trump estabeleceu prazo até às 21h (horário de Brasília) para acordo de cessar-fogo e ameaçou atacar infraestrutura energética do Irã.
- Israel afirma ter realizado ataques a infraestruturas no Irã; EUA teriam atacado alvos na ilha de Kharg, elevando a incerteza no mercado.
O Ibovespa voltou a cair nesta terça-feira, impulsionado pela repercussão de novas tensões no Oriente Médio envolvendo Irã, EUA e Israel. O índice recuava diante do risco de escalada do conflito e da possibilidade de interrupção de fluxos de petróleo pelo estreito de Ormuz, vital para o abastecimento global.
O dólar subia frente ao real, enquanto o petróleo voltava a subir. O cenário externo mantinha a percepção de maior volatilidade nos mercados, com grandes índices também no negativo ao redor do mundo. A dinâmica local seguia sensível a declarações de autoridades americanas sobre possíveis ações no Irã.
Ibovespa: -1,13% aos 186.037 pontos; Dólar comercial: +0,51% a R$ 5,173. O petróleo Brent avançava 0,55%, para US$ 110,49 por barril, em meio a novos episódios de hostilidade na região. Relatórios indicavam ataques de Israel a infraestruturas no Irã e ataques dos EUA a alvos militares na ilha de Kharg, segundo fontes da imprensa.
Acontecimento e impactos no mercado
A tensão geopolítica aumentou após o presidente dos EUA anunciar a possibilidade de ataque caso não haja acordo de cessar-fogo até o horário estipulado. As declarações intensificaram a aversão a risco e contribuíram para a alta do dólar e a queda de ações globais.
Perspectivas e mensagens oficiais
Autoridades israelenses relataram dezenas de ataques a infraestruturas iranianas, enquanto o Irã respondeu com ataques de mísseis e drones contra a Arábia Saudita. Analistas ressaltaram a incerteza sobre direções de curto prazo nos mercados diante do conflito.
Observações de especialistas
Especialistas afirmaram que a volatilidade pode permanecer até que haja andamento concreto nas negociações ou novos indicadores sobre a evolução do conflito. A volatilidade, porém, tende a diminuir caso surjam sinais de desescalada ou de retomada de atividades econômicas globais.
— Com Bloomberg News.
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