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Tráfego em Ormuz atinge nível mais alto desde o início do conflito com o Irã

Tráfego pelo Estreito de Ormuz atinge maior nível desde o início da guerra, com 21 navios no fim de semana, fortalecendo o controle iraniano sobre a passagem

As embarcações iranianas continuam a dominar o tráfego na hidrovia (Foto: Bloomberg)
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  • O tráfego no Estreito de Ormuz atingiu o nível mais alto desde o início da guerra, com 21 navios passando no fim de semana.
  • Dentre eles, 13 seguiram para o Mar da Arábia; o Irã tem ampliado o controle da passagem e concedeu isenção ao Iraque.
  • Navios com ligações à Índia passaram pelo estreito, incluindo oito navios-tanque de GLP, e outras bandeiras (China, Japão, Turquia, Grécia e Tailândia) também transitaram.
  • Mesmo com esse aumento, o volume ainda é muito abaixo do pré-guerra, quando cerca de 135 embarcações transitavam diariamente.
  • Omã informou que continua mantendo conversações para facilitar o fluxo, à medida que Teerã ajusta termos e tarifas de passagem.

O Estreito de Ormuz registrou 21 navios passando pelo corredor no fim de semana, o maior total em dois dias desde o início da guerra no Oriente Médio. O fluxo ocorre conforme países com demanda energética elevada buscam garantir passagem segura com o Irã, fortalecendo o controle de Teerã sobre a via.

Dessas embarcações, 13 seguiram para o Mar da Arábia. No domingo, um navio-tanque que transportava petróleo bruto iraquiano atravessou o estreito após o Irã sinalizar uma isenção para o Iraque. Fonte: Bloomberg.

A Índia participa ativamente, com oito navios-tanque de GLP atravessando a passagem, incluindo operações recentes de saída de navios e recebimento de gás liquefeito de petróleo iraniano, pela primeira vez em anos. Outro grupo de navios com ligação à China, Japão, Grécia, Turquia e Tailândia também transitou. Fonte: Bloomberg.

O canal permanece sob tensão, com a guerra entrando na sexta semana e o governo dos EUA aumentando pressões sobre infraestruturas civis. Teerã diz que reabrirá a passagem apenas se os pedágios cobrados cobrirem os danos da guerra. Analistas destacam que o fluxo está sujeito a mudanças rápidas conforme o conflito evolui. Fonte: Bloomberg.

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