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Rússia proíbe mineração de criptomoedas em 13 regiões, afeta 50 mil mineradores

50 mil mineradores ficam offline com banimento em treze regiões; fiscalização envolve FSB, drones e monitoramento, com Irkutsk sob proibição anual e impacto em 5% da hash rate global

The future of Russia Crypto mining is uncertain as bans extend through 2031. Understand the energy crisis of affected regions.
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  • A Rússia abriu e ampliou a proibição da mineração de criptomoedas para treze regiões, cobrindo mineradores registrados e não registrados, com fiscalização que inclui agentes da FSB, drones e tecnologia de monitoramento.
  • Em Kabardino-Balkaria, operações ilegais ocultas em imóveis desativados geraram mais de 1 bilhão de rublos em danos aos serviços públicos em 2025.
  • Irkutsk Oblast terá banimento durante o ano inteiro, após restrições anteriores no sul em 2025, liberando 320 MW de energia.
  • As repúblicas do Norte do Cáucaso — Dagistão, Osétia do Norte e Albânia, Inguchétia, Chechênia, Kabardino-Balkaria e Karachay-Ccherkessia — integram a lista por mineração ilegal fora de controle; territórios ucranianos ocupados Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson também entram para consolidar o controle de energia.
  • A medida pode deslocar até 50 mil mineradores, reduzindo a participação da Rússia em cerca de 5% do hash rate global, com reações mistas entre autoridades locais, que veem alívio de escassez em Buryatia, e a indústria defendendo impactos negativos para investidores.

O governo russo proibiu a operação de mineração de criptomoedas em 13 regiões, incluindo áreas ocupadas da Ucrânia. A medida afeta mineradores registrados e não registrados durante períodos determinados, com fiscalização ampliada por agentes da FSB, drones e tecnologia de monitoramento. A motivação é reduzir o consumo de energia e operações informais.

Estratégico está o veto ao Irkutsk Oblast, que enfrenta banimento por um ano integral, liberando até 320 MW já em 2025. A região sustenta a arbitragem de energia barata que ajudou a transformar a Sibéria em polo global de mineração.

Nos distritos do Cáucaso do Norte — Dagestão, Osétia do Norte e Albânia, Inguchétia, Chechênia, Kabardino-Balkária e Karachai-Cherkessia —, a mineração ilegal ganhou alcance regulatório além do permitido, justificando o endurecimento. As áreas ocupadas na Ucrânia foram incluídas para consolidar o controle energético.

Buryatia recebeu as medidas com alívio, segundo a agência TASS e o Kommersant, citando autoridades locais que destacaram a redução de déficits de energia. Já a Industrial Mining Association vê as restrições como prejudiciais ao investimento, deixando mineradores vulneráveis e reduzindo o apelo da região.

Impacto na hash rate global

A Rússia responde por cerca de 5% da hash rate global do Bitcoin, segundo dados do Cambridge Centre for Alternative Finance, sustentada principalmente pela eletricidade subsidiada que agora é restringida. A retirada de 50 mil mineradores redistribui a taxa para EUA, Cazaquistão e áreas da Ásia Central.

A mudança de geografia da hash rate influencia onde os ganhos são capturados e como o protocolo reage a pressões regulatórias. A maior operatoria industrial russa, ligada à infraestrutura de Irkutsk, fica mais exposta ao novo cenário de custos energéticos.

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