- Investidores estrangeiros injetaram mais de R$ 11 bilhões em ações brasileiras no mês, apesar da volatilidade relacionada ao conflito no Oriente Médio.
- No primeiro trimestre de 2026, os fluxos externos somaram mais de R$ 50 bilhões, o melhor início de ano desde 2022.
- O movimento estrangeiro mostra resiliência do mercado brasileiro diante de incertezas globais.
- O Ibovespa fechou o mês com queda de 0,7%, e a variação em dólares foi de -1,8%.
- Outros índices globais tiveram perdas maiores, com S&P 500 caindo 5,1% e MSCI de ações emergentes recuando 13%.
O mercado de ações brasileiro encerrou o primeiro trimestre com o maior fluxo estrangeiro para o período em quatro anos, reforçando a resiliência da bolsa diante da volatilidade global. Investidores internacionais investiram mais de R$ 11 bilhões em ações locais apenas no mês.
No acumulado do 1T, os fluxos chegaram a mais de R$ 50 bilhões, o melhor início de ano desde 2022. Analistas destacam que o estrangeiro continua entrando com força, mesmo diante de riscos políticos e comerciais globais.
O Ibovespa se beneficiou de uma diversificação maior entre investidores, com menor exposição relativa a mercados desenvolvidos ao longo do último ano. Ainda assim, o conflito no Oriente Médio impactou parcialmente os preços de energia.
Em análise
Apesar das turbulências, a bolsa brasileira manteve resistência relativa frente a padrões internacionais, registrando queda mensal de 0,7% e recuo cambial de 1,8% em dólares. Outros índices globais, como S&P 500 e MSCI de ações emergentes, caíram 5,1% e 13%, respectivamente.
Segundo especialistas, a percepção de Brazil como ambiente com maior previsibilidade jurídica contribui para atrair capital estrangeiro, mesmo em cenário de incertezas. O conteúdo completo permanece disponível em fontes financeiras especializadas.
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