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Constellation diz que guerra no Irã impulsiona perfuração na América do Sul

Guerra no Irã impulsiona perfuração na América do Sul, com a região vista como mais estável e Brasil em foco, segundo a Constellation Oil Services

'O Brasil continua sendo o melhor mercado do mundo para perfuração em alto-mar', segundo Rodrigo Ribeiro (Foto: Mario Tama/Getty Images)
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  • O CEO da Constellation Oil Services, Rodrigo Ribeiro, disse à Bloomberg News que a guerra no Irã pode levar a indústria a priorizar projetos na América Latina, onde o risco geopolítico é menor.
  • A região sul-americana ganha importância não apenas pela qualidade das reservas, mas por ser vista como mais protegida e estável em meio à crise no Oriente Médio.
  • A Constellation prorrogou três contratos de perfuração offshore com a Petrobras e está otimista com a exploração brasileira em áreas de águas profundas, incluindo a Margem Equatorial e a Bacia de Pelotas.
  • A empresa abriu capital na bolsa de Oslo no ano passado e planeja pagar US$ 25 milhões em dividendos no próximo trimestre, com possibilidade de aumento.
  • A frota da Constellation no Brasil é de nove plataformas de perfuração.

Constellation Oil Services aponta mudança de foco para a América Latina, citando menor risco geopolítico em comparação com o Oriente Médio. A informação foi dada pelo CEO da empresa, Rodrigo Ribeiro, em entrevista à Bloomberg News.

Segundo Ribeiro, o setor de perfuração offshore tende a priorizar projetos na região, especialmente na América do Sul, onde a estabilidade é considerada maior. A visão acompanha a recente prática de prorrogação de contratos com a Petrobras.

A companhia mantém operações no Brasil, com uma frota de nove plataformas de perfuração. A empresa já estendeu três contratos com a estatal, fortalecendo presença em águas brasileiras.

A Constellation ficou listada na Bolsa de Oslo no ano passado e planeja distribuir dividendos de US$ 25 milhões no próximo trimestre, com possibilidade de crescimento futuro, conforme o CEO.

Perspectivas e operações

A empresa sinaliza interesse em explorar áreas de águas profundas além do litoral brasileiro, incluindo a Margem Equatorial e a Bacia de Pelotas, no sul do país. Os planos refletem a estratégia de ampliar atuação geográfica na região.

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