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Preço do ouro pode registrar pior mês em 17 anos, segundo previsões

O ouro vive o pior mês em dezessete anos, com queda de 12% no mês, enquanto o preço à vista sobe 2,2% para US$ 4,687/oz

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  • O preço spot do ouro subiu 2,2% para $4.687/oz, mas a queda mensal chega a 12%, o que indica o pior desempenho desde outubro de 2008.
  • A narrativa de ativo de proteção ficou sob pressão após o Wall Street Journal indicar que o presidente Donald Trump sinalizou estar disposto a encerrar a campanha militar contra o Irã, ainda com o Estreito de Hormuz parcialmente fechado.
  • Os futuros de ouro nos EUA para entrega em abril avançaram 1,2% para $4.611,30, com o dólar recuando e ajudando o metal.
  • Mesmo com a correção, o cenário macro permanece negativo para o ouro: sinais do Fed apontam para juros mais altos por mais tempo, o que desfavorece ativos que não pagam juros.
  • O ouro poderia retornar a faixas entre $4.800 e $5.000, se houver alívio de tensões e queda de yields; porém, se os preços de energia subirem e Hormuz se deteriorar, pode romper abaixo de $4.300, abrindo espaço para os $4.000.

O preço do ouro caiu na sessão recente, sinalizando mudança no comportamento de ativo de refúgio. O ouro spot subiu 2,2% para US$ 4.687 por onça, mas ainda registra queda mensal de cerca de 12%. A route coloca em risco o melhor desempenho mensal desde 2008.

A narrativa de proteção de risco começou a se desfazer após o Wall Street Journal indicar que o presidente Donald Trump sinalizou a possibilidade de encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo com o estreito de Hormuz parcialmente fechado. A leitura de mercado foi de alívio, favorecendo ativos de maior risco.

Futuros de ouro nos EUA com entrega em abril avançaram cerca de 1,2% para US$ 4.611,30, acompanhando a fraqueza do dólar. Mesmo com a recuperação diária, a estrutura macro continua pressionando o ouro, com sinais do Fed mantendo política de juros elevados por mais tempo.

A recuperação intraday levou o preço spot a quase US$ 4.700, com alta de 1,5% no pregão. Analistas observam que, apesar da trajetória de março, o metal ainda enfrenta resistência perto de US$ 4.800 a US$ 5.000, patamar visto como alvo de recuperação.

Segundo o analista Ilya Spivak, há um sinal técnico importante: o metal estabilizou na última semana, após uma alta na sexta-feira anterior, acompanhada de queda nos rendimentos de Treasuries. Isso sugere que o mercado pode enxergar a guerra no Irã como risco de recessão.

Se cessarem as tensões e os rendimentos caírem mais, pode haver reverter de trajetória para o ouro, com chances de testar novamente a faixa de US$ 4.800 a US$ 5.000. Ainda assim, perspectivas de alta para o fim de 2026 permanecem, com visões diferentes entre instituições.

Caso os preços da energia acelerarem novamente, não há sinal de cortes pelo Fed até o fim do ano e a interrupção em Hormuz pode ampliar quedas, abrindo espaço para o ouro cair para a faixa de US$ 4.000.

Em paralelo, o mercado acompanha a atuação de projetos de infraestrutura de cadeia de suprimentos em ambiente de criptoeconomia. LiquidChain surge como camada de liquidez entre Bitcoin, Ethereum e Solana, buscando conectar ecossistemas com uma arquitetura de implantação única.

O presale do LiquidChain está avaliado em US$ 0,01445 por token, com mais de US$ 630 mil captados e um retorno de até cerca de 1.700% em staking, segundo as informações disponíveis.

O artigo não é conselho financeiro. Pesquisas independentes são recomendadas antes de qualquer investimento.

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