- O Ibovespa subiu 2,71%, para 187.462 pontos, no último pregão de março.
- O dólar comercial caiu 1,31%, a R$ 5,18, acumulando ganho de 2,21% no mês.
- O otimismo veio com expectativas de fim da campanha militar dos EUA no Oriente Médio, mesmo com o Estreito de Ormuz fechado.
- O lado iraniano informou que há vontade de pôr fim à guerra, desde que haja garantias para evitar nova agressão; Trump disse que os EUA não ficarão por muito tempo no Irã.
- Os principais índices americanos reagiram com alta expressiva, com Nasdaq avançando quase 4% (Dow Jones +2,49%, S&P 500 +2,91%, Nasdaq +3,83%).
O Ibovespa fechou março em alta, impulsionado por sinais de trégua no Oriente Médio. O principal índice da B3 subiu 2,71%, aos 187.462 pontos, apoiado pelo otimismo global sobre possível fim da escalada militar envolvendo EUA e Irã.
O dólar comercial recuou 1,31% frente ao real, para R$ 5,18. No mês, a divisa acumula alta de 2,21%.
Mercados recebem indicativos de redução de tensão
A perspectiva de fim de conflito ganhou força após reportagens de veículos internacionais sobre sinais do governo americano de encerrar a atuação militar no Oriente Médio, ainda que o Estreito de Ormuz permaneça sob controle estratégico.
Enquanto isso, a imprensa iraniana apontou conversa entre autoridades europeias e o governo de Teerã, com promessas de que o Irã tem vontade de encerrar o conflito, desde que haja garantias para evitar recorrência de agressões.
Analistas destacam que o ambiente de risco ainda é volátil, mas há quem veja potencial de alívio moderado nos preços. Do lado externo, os principais índices acionários chegaram a registrar a maior valorização diária desde 2025, com Nasdaq próximo de 4% de alta, enquanto Dow Jones e S&P 500 avançaram acima de 2%.
Índices globais
- Dow Jones: +2,49%
- S&P500: +2,91%
- Nasdaq: +3,83%
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