- O S&P 500 cai há quatro semanas seguidas e pode fechar o mês com o pior desempenho em um ano.
- Analistas recorrem à retração de cinquenta por cento de Fibonacci, que apontaria um eventual fundo em 5.980 pontos.
- Caso o recuo continue, o próximo suporte ficaria em 6.200 pontos, segundo a leitura técnica atual.
- O índice ficou abaixo da média móvel de 200 dias, depois de ter ficado brevemente abaixo de 6.500 na semana passada.
- Especialistas dizem que a retração de 50% é apenas uma peça do quebra-cabeça; uma resolução de conflitos internacionais poderia ajudar a recuperação.
O índice S&P 500 encerrou uma quarta semana de quedas e caminha para o pior mês em um ano, segundo a Bloomberg. A busca por sinais de piso levou operadores a recorrer a técnicas de análise técnica, que ajudam a identificar potenciais fundos de quedas históricas.
A queda recente levou o S&P 500 a operar abaixo da média móvel de 200 dias, um nível que muitos casos anteriores não sustentaram. O mercado avalia onde o índice pode encontrar suporte diante de um cenário de pressão inflacionária e crescimento global fraco.
O que está em jogo é o nível de retração de 50% de Fibonacci, uma ferramenta de cálculo com raízes de 800 anos. Caso o índice caia, o próximo suporte relevante ficaria em torno de 6.200 pontos, seguido por 5.980 pontos, corresponding ao recuo de metade da alta desde abril.
Nível de Fibonacci aponta possível piso
Alguns analistas veem a retração de 50% como uma referência para possíveis pontos de entrada, mas destacam que o indicador é apenas parte do quebra‑cabeça. Outros fatores, como a dinâmica de oferta de energia e a demanda global, também influenciam a tendência.
Antes, o S&P 500 já havia testado mínimas próximas de 4.982,77, marcando o ponto médio de um rali que começou em 2022. A leitura de Fibonacci tem se mostrado útil em turbulências recentes, sem, no entanto, garantir direção definitiva ao mercado.
Analistas destacam que, mesmo com sinais técnicos favoráveis, fatores geopolíticos e de energia podem provocar volatilidade. A pesquisa de cenário sugere que uma resolução de tensões no Oriente Médio poderia atuar como catalisador de alta.
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