- O petróleo Brent chegou a cerca de US$ 116 o barril após Donald Trump dizer que pode tomar o petróleo do Irã, elevando a aversão ao risco nos mercados.
- Mercados asiáticos recuaram: Nikkei caiu cerca de 3%, Kospi perdeu 3,4% e Hang Seng teve queda próxima de 1%.
- Houthis no Iêmen passaram a atuar no conflito, lançando mísseis contra alvos israelenses, conforme o escalonamento da crise no Oriente Médio.
- O Brent chegou a tocar US$ 119,50 o barril, o maior nível desde junho de 2022, com ganho mensal superior a 50%.
- Analistas apontam possibilidade de o petróleo subir ainda mais, até 150 a 200 dólares, caso o conflito se intensifique; no Reino Unido, o primeiro-ministro deve discutir medidas de contenção com grandes empresas de energia.
O preço do petróleo disparou para 116 dólares o barril após Donald Trump indicar a possibilidade de tomar o petróleo do Irã, o que derrubou os mercados asiáticos. O Brent, referência global, subiu 2% na abertura desta segunda-feira.
Trump disse ao Financial Times que prefere tomar o petróleo do Irã, citando várias opções, entre elas a possível tomada de Kharg Island, polo exportador iraniano. A declaração ampliou a incerteza sobre o rumo do conflito no Oriente Médio.
Mercados asiáticos foram atingidos: o Nikkei caiu 3%, o Kospi recuou 3,4% e o Hang Seng perdeu cerca de 1%. A ansiedade aumentou com a chegada de 3.500 militares dos EUA à região nas últimas semanas.
O-Hub do petróleo no Kharg Island fica na mira de ações futuras, diante de escalada do conflito entre EUA e grupos no Oriente Médio. Analistas destacam que a volatilidade pode se manter até haver sinais claros de desfecho.
Nova rodada de tensões ocorreu com a entrada de rebeldes houthis no conflito, buscando ampliar ataques contra alvos israelenses. A situação elevou o risco de interrupções adicionais no fluxo de petróleo pela região.
O recente aumento de preços fez com que o Brent atingisse picos temporários, próximos de 119,50 dólares o barril, recordes não vistos desde 2022. A leitura de analistas aponta para o risco de inflação energética global.
Autoras de políticas públicas avaliam medidas de curto prazo para reduzir impactos, enquanto autoridades discutem respostas para a volatilidade de preços. O governo mantém cautela diante da possibilidade de novas interrupções de suprimentos.
Em paralelo, o manejo de energia no Reino Unido passa a discutir ações para reduzir vulnerabilidade a choques externos, com debates previstos entre autoridades, setores financeiros e industriais.
Mercado financeiro segue atento a sinais de uma resolução rápida do conflito ou de novas escaladas, o que pode manter a trajetória de alta dos preços do petróleo nas próximas semanas.
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