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Dasa inicia nova etapa com forte geração de caixa após venda de ativos

Dasa reduz dívida para o menor patamar desde dois mil e vinte e um com venda de ativos e eleva caixa livre em setenta e cinco por cento, fortalecendo o foco em diagnósticos

Rafael Lucchesi, CEO da Dasa: 'empresa ganhou velocidade e qualidade de gestão de forma muito mais rápida do que se esperava'. (Foto: Divulgação)
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  • A Dasa simplificou o portfólio, vendeu ativos não essenciais e hospitais para uma joint venture com a Amil (Rede Américas), mantendo o foco em diagnósticos.
  • A dívida líquida em relação à geração de caixa caiu para 2,67 vezes em 2025, o menor patamar desde 2021, e o caixa livre subiu 75% em relação ao ano anterior.
  • A receita consolidada atingiu 11,2 bilhões de reais em 2025; o diagnóstico apresentou alta de 9,6% no Brasil, o resultado recorrente subiu 16,6% e o caixa livre avançou 75%.
  • O crescimento dos diagnósticos vem de múltiplas frentes: ambulatorial, premium, atendimento domiciliar e expansão do B2B em hospitais e laboratórios; 41% dos agendamentos são 100% digitais e IA já está presente.
  • A prioridade de alocação de capital é crescer com qualidade, modernizar equipamentos e ambientes, ampliar serviços e investir em tecnologia; resultados da Rede Américas devem aparecer nos próximos trimestres.

A Dasa acelerou a geração de caixa após concluir uma rodada de simplificação de portfólio, mantendo o foco no core business de diagnósticos. A empresa reduziu a deuda para o menor patamar em quatro anos, elevou o caixa livre e consolidou uma posição de liderança na América Latina nesse segmento. Os resultados passaram a refletir disciplina de gestão e velocidade de execução.

A estratégia envolveu a transferência de hospitais para a joint venture Rede Américas, em parceria com a Amil, e a venda de operações na Argentina e no segmento corporativo. A conclusão de desinvestimentos fez a companhia reorientar capital para diagnostósticos, com impacto direto na melhoria de margens e no ciclo de caixa.

A Dasa informou que, em 2025, a receita consolidada atingiu 11,2 bilhões de reais. O segmento de diagnósticos cresceu 9,6% no mercado nacional, e o resultado recorrente do negócio avançou 16,6%. O caixa livre ficou 75% acima de 2024, sinalizando geração de caixa robusta.

A companhia também destacou avanços tecnológicos, com 41% dos agendamentos feitos de forma 100% digital. A inteligência artificial já está presente na análise de exames e em equipamentos de imagem, contribuindo com produtividade.

A consolidação de mais de 40 marcas, entre Lavoisier, Delboni, Pasteur, Alta Diagnósticos e Salomão Zoppi, amplia a posição da Dasa na região, especialmente no diagnóstico de alta complexidade. Analistas veem a transformação como virada qualitativa na gestão.

Sobre a Rede Américas, a joint venture com a Amil, a empresa afirma acompanhar números e manter confiança na equipe de gestão. A expectativa é que os resultados comecem a se traduzir em próximos trimestres, já que o portfólio hospitalar é separado da operação central de diagnósticos.

A estratégia de alocação de capital privilegia crescimento com qualidade: modernização de equipamentos, melhoria de ambientes para clientes, expansão de serviços e investimentos em tecnologia para produtividade e experiência do usuário.

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