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Ações dos EUA fecham quinta semana consecutiva em queda

Dow recua 800 pontos e entra em correção pela quinta semana; petróleo Brent dispara acima de $110 a gallon e a confiança do consumidor cai

Traders work on the floor of the New York Stock Exchange on Friday.
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  • A bolsa dos EUA fechou em queda na sexta-feira, encerrando a quinta semana consecutiva de baixa, com o Dow Jones em território de correção após cair cerca de 800 pontos.
  • O Nasdaq, impulsionado pela tecnologia, caiu mais 2% e o S&P 500 fechou 1,6% menor.
  • Os preços do petróleo continuaram subindo, com o Brent acima de $ 110 por barril.
  • O presidente Donald Trump divulgou que manterá a pausa nos ataques energéticos ao Irã, mas o mercado permanece sob tensão e incerteza.
  • Uma sondagem da Universidade de Michigan mostrou queda da confiança do consumidor em março, com expectativas de inflação em alta e perspectivas econômicas mais fracas no curto prazo.

O mercado de ações dos Estados Unidos fechou em queda na sexta-feira, encerrando a semana com mais um fechamento em baixa. O Dow Jones caiu cerca de 800 pontos, levando o índice a território de correção.

O Nasdaq, tecnicamente em correção desde quinta-feira, recuou mais 2%, enquanto o S&P 500 caiu 1,6%. Os pregões continuam sob pressão mesmo após anúncios de pausa de ações energéticas envolvendo o Irã.

O preço do petróleo avançou, com o Brent superando os US$ 110 por barril. Os movimentos ocorrem em meio a tensões geopolíticas no Oriente Médio e a incertezas sobre o impacto econômico da guerra regional.

Usuários e perspectivas

Um estudo da Universidade de Michigan mostra queda no sentimento do consumidor, atingindo todas as faixas etárias, partidos e rendas. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira e indica pessimismo com a economia.

A pesquisa revela queda de 6% no índice de confiança em março, com quedas acentuadas entre grupos de renda mais alta e detentores de ativos. As expectativas de inflação de curto prazo subiram.

As projeções globais também foram ajustadas. A OCDE revisou para baixo o crescimento do PIB mundial, citando incerteza gerada pela crise no Oriente Médio e o repasse de preços de energia.

O relatório da OCDE alerta que interrupções no Estreito de Hormuz elevam preços de energia e prejudicam a oferta global de insumos. O documento acrescenta que a inflação global tende a se manter elevada.

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