- O juiz rejeitou com prejuízo a ação movida pela X Corp. contra a World Federation of Advertisers e membros da GARM.
- A acusação dizia que anunciantes teriam promovido um boicote “ilegal” à plataforma X.
- A decisão impede que o caso seja reaberto no futuro.
- A corte entendeu que não há evidência de conluio que configurasse violação antitruste; a natureza da suposta conspiração não sustenta a reclamação antitruste.
- O caso ocorreu após Elon Musk ter falado de “guerra” em 2024, quando X entrou com a ação.
O tribunal rejeitou a ação antitruste movida pela X Corp contra membros da World Federation of Advertisers (WFA) e a iniciativa Global Alliance for Responsible Media (GARM). A ação alegava um suposto boicote ilegal contra a plataforma.
A decisão foi proferida com prejuízo, o que impede que o caso seja ajuizado novamente caso novas evidências surjam. O tribunal afirmou que as alegações não descrevem, por si s, uma prática antitruste.
Em 2024, a X, então ligada à empresa de tecnologia e mídia, criticou a atuação de anunciantes e da GARM. A decisão esclarece que, segundo o tribunal, não há evidências de conluio para excluir a X de forma anticompetitiva.
Entre na conversa da comunidade