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Postos de combustível pequenos pedem ação do governo Albanese contra atacadistas

Operadores independentes e mineradores pedem ação do governo contra grandes fornecedores que restringem entregas, causando desabastecimento e custos

Some smaller petrol stations have run out of fuel and along with miners and other businesses are asking the government for help.
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  • Pequenos postos independentes de combustível e mineradores pedem ao governo que encerre a prática de grandes atacadistas de combustível de acumular e atrasar entregas, provocando desabastecimento, especialmente em áreas rurais.
  • Proprietários de postos que compram no mercado spot dizem que marcas e redes com contratos recebem prioridade, enquanto operadores independentes ficam sem suprimentos confiáveis desde o início do conflito, com custos elevados de até 14c por litro.
  • Associações do setor de mineração e de horticultura apontam uma grande desconexão entre atacadistas e distribuidores independentes, afetando a cadeia de abastecimento.
  • A Comissão de Concorrência (ACCC) investiga possível comportamento anti-competitivo e denúncias de aumento de preço; a presidente da ACCC afirmou ter recebido mais de 500 relatos de gouging.
  • Empresas suas: BP diz cumprir contratos e trabalhar para distribuir mais combustível; autoridades propostas permitem multas de até R$ 100 milhões para refinadores que explorarem preços; produtores de vegetais relatam adoçamento de plantio e colheita por custos elevados de combustível.

Independent petrol stations e mineradores pedem ação extra do governo federal contra grandes grossistas, suspeitos de reter entregas e elevar margens. A tensão aumenta com a escalada dos preços do combustível após o conflito no Irã.

Paul Andronicou, que opera quatro postos Fast Fuel nos subúrbios de Melbourne, acusa discriminação contra operadores menores. Segundo ele, marcas com rede própria recebem entregas prioritárias, enquanto postos independentes ficam sem abastecimento.

Desde o início do conflito em 28 de fevereiro, Andronicou relata falta de gasolina comum e diesel estável. Alguns suprimentos chegam em volumes baixos ou com produtos premium, menos demandados pelos clientes.

O empresário afirma pagar até 14 cêntimos a mais por litro. Ele cobra que o governo examine o tratamento dado por Ampol, Viva Energy, BP e Mobil a operadores independentes.

Medidas regulatórias em pauta

A Comissão Australiana de Concorrência e Consumidor (ACCC) investiga alegações de conduta anticompetitiva envolvendo grandes fornecedores de diesel. A chefe da ACCC informou ao Guardian Australia sobre mais de 500 relatos de possível abuso de preço.

Andronicou aponta que as margens para os grandes players aumentaram significativamente, suspeita que deverá se confirmar nos próximos balanços financeiros. Mobil, Viva e Ampol não responderam até o prazo, e BP informou estar priorizando o cumprimento de contratos.

O Tesouro, por meio do ministro Jim Chalmers, apresentou legislação para ampliar poderes da ACCC, prevendo sanções de até 100 milhões de dólares a refinadores que praticarem gouging. O objetivo é proteger motoristas e varejistas.

Impactos no campo e na região

Paralelamente, produtores de verduras relatam cortes de plantio e de colheita reaproveitando menos combustível. Mais de 75 produtores, conforme AusVeg, enfrentam fretes elevados e escassez de diesel para até uma semana de consumo.

A associação de pequenos negócios destaca o peso do combustível nos custos diários de entregas, obras e operações rurais. O aumento de custos coloca pressão sobre agricultores e distribuidores regionais.

Reações de empresas e autoridades

A BP afirmou que prioriza manter obrigações contratuais e colaborar com governos para entregar combustível adicional às regiões. A indústria de combustíveis permanece em diálogo com autoridades para assegurar o abastecimento.

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