- A inflação do Reino Unido ficou em 3% em fevereiro, em linha com as expectativas, mas acima da meta de 2%.
- A guerra do Irã elevou os preços globais de energia, com o estreito de Hormuz sob tensão.
- O Banco da Inglaterra esperava que a inflação caísse para 2% no primeiro trimestre, abrindo espaço para cortes de juros, mas manteve as taxas na última reunião.
- Mercados passaram a esperar alta nos próximos movimentos de política monetária.
- A chanceler Rachel Reeves disse que avalia opções de apoio direcionado às famílias diante de contas de energia mais altas nos próximos meses.
O índice de preços ao consumidor do Reino Unido manteve-se em 3% em fevereiro, conforme expectativa dos analistas, segundo o Office for National Statistics. A inflação permanece acima da meta governamental de 2%.
A provável virada no cenário ocorreu com o início do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços de petróleo e gás após o fechamento efetivo do estreito de Hormuz. O aumento impacta as contas de famílias e empresas.
Os analistas esperavam queda da inflação para 2% no primeiro trimestre, abrindo espaço para cortes de juros pelo Banco da Inglaterra. Na semana passada, o comitê manteve as taxas, e o mercado já projeta alta como próximo movimento.
Medidas e cenários
A secretária do Tesouro, Rachel Reeves, disse aos MPs que avalia opções de apoio direcionado a famílias, diante de contas de utilidades potencialmente maiores nos próximos meses por causa do conflito.
Foi destacado que não há confirmação de um pacote universal, e as ações dependerão de avaliações econômicas contínuas. Mais detalhes devem ser anunciados em breve.
Entre na conversa da comunidade