- Futuros do S&P 500 sobem 0,8% após relatos de plano de 15 pontos para cessar-fogo no Oriente Médio; Brent recua 4,7% e fica abaixo de US$ 100 o barril.
- Mercados europeus sobem; títulos do Reino Unido (gilts) de dois anos caem seis pontos-base, para 4,40%.
- Governo dos EUA indica progresso nas negociações para encerrar a guerra na região; o fim da volatilidade é visto com cautela.
- Eleições no Brasil: pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno, com 47,6% contra 46,6%, dentro da margem de erro.
- Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, diz que poderá agir rapidamente se custos de energia pressionarem a inflação; Europa registra desaceleração da atividade.
Os mercados globais operam em alta nesta quarta-feira, com os futuros do S&P 500 avançando 0,8% após relatos de que os EUA elaboraram um plano de 15 pontos para interromper os combates no Oriente Médio. O Brent recuou 4,7%, ficando abaixo de US$ 100 o barril, mesmo com o estreito de Hormuz praticamente fechado.
A Europa lidera a valorização, enquanto o rendimento dos gilts de dois anos no Reino Unido cai 6 pontos-base, para 4,40%. O ouro registra leve alta e o dólar fica estável, em meio a movings ligados a notícias de cessar-fogo. O clima permanece cauteloso diante de ataques do Irã a países vizinhos.
Analistas dizem que há recuperação do apetite por risco, mas alertam que ainda não é momento para comprar na alta. Em operações algorítmicas, palavras-chave como paz, negociação e cessar-fogo têm peso relevante no ajuste de ativos.
Eleições no Brasil
Pesquisa encomendada pela Bloomberg mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula no cenário de segundo turno, com 47,6% a 46,6%, dentro da margem de erro.
Efeitos da guerra contra o Irã
Christine Lagarde, presidente do BCE, afirma que pode agir rapidamente se custos de energia seguem elevando a inflação. A atividade econômica na Europa desacelera ao menor ritmo desde maio.
Merck negocia compra da Terns
A farmacêutica está em tratativas avançadas para adquirir a Terns, avaliada em cerca de US$ 5,1 bilhões com dívida. A Terns desenvolve terapia contra leucemia. O acordo ainda não está fechado.
Com informações da Bloomberg News. Veja mais em bloomberg.com
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