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Mercados globais caem com tensão no Oriente Médio; ouro recua e petróleo sobe

Ações globais caem com tensões no Oriente Médio; ouro atinge menor nível do ano, petróleo sobe e rendimentos sobem com incerteza sobre inflação

Ações globais 23/03/26
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  • Ações globais caem nesta segunda-feira (23) com temores de escalada da guerra no Oriente Médio, após EUA e Irã endurecerem a retórica; ouro recua e dólar avança.
  • Futuros do S&P 500 caem 0,6% antes do prazo de Donald Trump para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz; o Brent sobe para cerca de US$ 113.
  • O Irã realizou novos ataques no Golfo Pérsico e a hidrovia permanece praticamente fechada, pressionando bolsas na Europa e na Ásia.
  • Rendimentos globais sobem por dúvidas sobre inflação alimentada pelo petróleo, com gilts de dois anos no maior nível desde fevereiro de 2024 e Treasuries de curto prazo em alta nos EUA.
  • No ambiente corporativo, o UBS sinaliza cortes táticos de investimentos devido à guerra, mantendo foco em tecnologia e IA; a Danone amplia atuação em proteína ao comprar a Huel.

As ações globais operaram em queda nesta segunda-feira, 23, diante de tensões no Oriente Médio entre EUA e Irã. O sobe e desce dos mercados acompanha o recuo de ações e títulos, enquanto o ouro caiu para o menor nível do ano e o dólar fez ganho.

Os futuros do S&P 500 recuaram 0,6% antes do prazo comunicado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para reabrir o Estreito de Ormuz. Bolsas na Europa e na Ásia seguiram o caminho de correção.

O Irã realizou novos ataques no Golfo Pérsico e deixou a hidrovia praticamente fechada. O Brent subiu 0,6%, para cerca de US$ 113 por barril, elevando os rendimentos globais com a perspectiva de inflação mais alta.

Nos EUA, Treasuries de curto prazo ganharam, com o rendimento de dois anos em 3,97%, alta de sete pontos-base. O ouro caiu mais de 5%, acompanhando a prata, em movimento de busca por ativos de menor risco.

Analistas destacam deterioração da situação. Christopher Dembik, da Pictet Asset Management, afirma que o cenário aponta para pressões adicionais, remanescendo a lição de 2022 sobre impactos de conflitos prolongados.

Nomes e planos dos destaques

O UBS informou que a guerra no Irã pode levar a cortes táticos de investimentos, sem alterar a estratégia de longo prazo. A instituição manterá foco em tecnologia e IA para eficiência, segundo o CEO Sergio Ermotti.

O conflito no Oriente Médio também pesou no mercado: o Irã intensificou ataques no Golfo Pérsico na véspera de um ultimato para reabrir o Estreito de Ormuz. Até o momento, a escalada já provocou dezenas de mortes e danos a instalações de energia.

A Danone anunciou expansão em proteína ao adquirir a Huel, empresa de nutrição saudável. A operação depende de aprovações regulatórias, e os termos do acordo não foram divulgados.

Destaques econômicos e setoriais

Mercados globais registraram quedas consistentes, com o Dow Jones e o S&P 500 em território negativo, refletindo o ambiente de maior aversão ao risco. O ouro, tradicional ativo de proteção, ficou sob pressão em meio à valorização de ativos de risco.

As informações são de agências internacionais e da Bloomberg News, com cobertura de mercado à vista para os principais índices e commodities.

Veja também: portfólio e ações de empresas envolvidas nos setores de energia, tecnologia e consumo.

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