Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CSN recebe empréstimo de US$1,2 bi para reforçar caixa até venda de ativos

CSN obtém empréstimo garantido de US$ 1,2 bi para manter liquidez até venda de ativos, com opção de elevar para US$ 1,4 bi

Rendimento dos títulos da CSN sobe com aumento das pressões da dívida
0:00
Carregando...
0:00
  • A CSN obteve empréstimo de US$ 1,2 bilhão com um grupo de bancos para reforçar o caixa de curto prazo.
  • A linha de crédito pode ser elevada para US$ 1,4 bilhão e fica garantida, em parte, por ativos designados para venda.
  • Os recursos devem financiar refinanciamento de dívidas, pagamento de taxas e despesas, e manter liquidez até a venda de ativos.
  • Credores do acordo incluem Morgan Stanley, Citigroup, Crédit Agricole, HSBC, Banco XP, BNP Paribas, agência do Banco do Brasil em Nova York e Banco Bradesco.
  • A CSN busca desinvestimentos para reduzir o endividamento; a dívida líquida chegou a 41,2 bilhões de reais no quarto trimestre, com alavancagem de 3,47 vezes o EBITDA.

A CSN informou que um grupo de bancos aceitou oferecer um empréstimo de US$ 1,2 bilhão, para reforçar o caixa até a venda de ativos. A linha de crédito pode ser elevada para US$ 1,4 bilhão e será, em parte, garantida por ativos a serem desinvestidos, conforme registro regulatório.

O objetivo é manter liquidez enquanto a empresa executa seu plano de desinvestimento e refinancia dívidas. Os recursos também devem cobrir taxas e despesas relacionadas. O crédito é apresentado como apoio à estrutura de capital da CSN.

Os credores listados incluem Morgan Stanley, Citigroup, Crédit Agricole, HSBC, Banco XP, BNP Paribas, agência do Banco do Brasil em Nova York e Banco Bradesco. A operação ocorre em meio a receios de rating e de fluxo de caixa.

Segundo analistas, o empréstimo representa alívio de curto prazo para a CSN. A seguir, espera-se uso efetivo dos recursos e progresso na venda da unidade de cimento.

A CSN teve dívida líquida de 41,2 bilhões de reais no quarto trimestre, com alavancagem líquida de 3,47x o EBITDA. Títulos em dólar da companhia sofreram quedas entre os emergentes neste ano, com perdas médias de aproximadamente 16,8%.

A empresa já sinalizou, em janeiro, a venda de ativos relevantes para reduzir endividamento e reforçar a capitalização. Fontes próximas ao tema indicaram que a CSN procurava levantar até US$ 1,5 bilhão para quitar títulos vencidos.

O pagamento de dívidas e a venda de ativos são vistos como passos necessários para estabilizar a situação financeira. Analistas destacam que o impacto dependerá do ritmo de desinvestimento e de uso dos recursos.

— Com a ajuda de Rachel Gamarski e Vinícius Andrade. Bloomberg.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais