- Bitcoin opera em torno de US$ 68,5 mil, subindo 1,5% em 24 horas, enquanto o ouro registra nove quedas diárias e cai para cerca de US$ 4,36 mil.
- O ouro acumula a maior sequência de quedas em anos, pressionado por rendimentos de títulos e dólar mais forte.
- Ações asiáticas caem pelo terceiro dia consecutivo, sinalizando maior aversão ao risco e expectativa de altas de juros.
- O Bitcoin mantém firme o piso de US$ 66 mil, com analistas sugerindo que a estabilidade pode sustentar um viés neutro a levemente positivo, desde que não perca esse nível.
- No cenário de criptomoedas, Ethereum sobe 2,7%, enquanto Solana recua 2,5% e Dogecoin cai, com capital migrando para o Bitcoin e o Ether.
O preço do Bitcoin manteve o suporte em torno de 68.500 dólares, subindo 1,5% nas últimas 24 horas. Enquanto isso, o ouro caiu para cerca de 4.360 dólares, registrando a nona queda diária consecutiva. As ações asiáticas recuaram pela terceira sessão, levando os principais índices a terrenos de correção.
Bitcoin permanece entre marcos, com suporte firme em 66.000 dólares, nível que resistiu a recentes sell-offs motivados por conflitos no Irã. A recuperação acima de 70.000 dólares pode sinalizar virada mais clara, enquanto perder 66.000 pode amplificar o viés de queda.
No terreno do ouro, o movimento coincide com alta de yields e valorização do dólar, agravando a pressão sobre ativos sem rendimento. O recuo recente foi o mais prolongado em anos, mesmo com a escalada geopolítica envolvida.
No mercado de ações asiáticas, o clima de aversão ao risco domina. Enquanto o Bitcoin se destaca pela resistência, outras criptomoedas acompanham quedas. Ether sobe 2,7% para 2.059 dólares; Solana cai 2,5% e Dogecoin recua 7,4% na semana.
O cenário externo agrega um catalisador nos próximos dias, com o mercado monitorando movimentos de política monetária e uma possível mudança de rumo em relação a taxas. Traders observam o nível de 68.000 dólares como referência de curto prazo, entre a resistência e o suporte.
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