- O banco JP Morgan Chase vai comparar as horas que funcionários juniores de banco de investimento dizem ter trabalhado com estimativas geradas pelo computador.
- O objetivo é criar relatórios para os colaboradores durante um programa piloto, não para punir.
- A empresa planeja ampliar o programa para toda a área de banco de investimento, com estimativas baseadas em atividades digitais semanais, como videoconferências, digitação e reuniões marcadas.
- A ferramenta é descrita pela instituição como de “conscientização, não de aplicação”, visando transparência, bem-estar e conversas sobre a carga de trabalho.
- Em 2024, a JP Morgan nomeou um executivo sênior para cuidar do bem-estar dos júnior, limitou trabalhos de fim de semana e estabeleceu teto de oitenta horas semanais para esses funcionários.
JP Morgan Chase iniciou um piloto para comparar as horas trabalhadas por jovens banqueiros de investimento com estimativas geradas por seu sistema de TI. O objetivo é promover transparência e bem-estar, não impor punições, segundo a instituição.
O banco irá emitir relatórios que confrontam as estimativas computacionais da semana de trabalho com os controles de horas relatados pelos próprios colaboradores. As estimativas são baseadas em atividades digitais semanais, como videochamadas, digitação e reuniões marcadas.
A iniciativa ocorre após medidas já tomadas pela própria JP Morgan, em 2024, para cuidar do bem-estar de funcionários juniores, incluindo limitações ao trabalho nos finais de semana e teto de 80 horas semanais para esse grupo. A prática de monitoramento de funcionários, também conhecida como bossware, tem ganhado espaço no setor financeiro desde a pandemia, provocando debates sobre privacidade e uso responsável.
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