- O dólar subiu 0,78% nesta segunda-feira, fechando a sessão em R$ 5,20, com mínima de R$ 5,15 e máxima de R$ 5,22.
- A alta reflete a aversão ao risco no cenário internacional, com tensões no Oriente Médio aumentando a volatilidade do petróleo.
- A expectativa de alta dos juros nos Estados Unidos também impulsionou a valorização da moeda norte-americana.
- No Brasil, o mercado acompanha o Banco Central, que mantém a política de juros elevados para conter a inflação, o que pode sustentar o dólar em alta.
- A volatilidade do petróleo e as incertezas globais devem manter o câmbio volátil nos próximos dias, influenciado por fatores internos e externos.
O dólar fechou em alta nesta segunda-feira, subindo 0,78% frente ao real. A moeda terminou perto de R$ 5,20, oscilando entre R$ 5,15 e R$ 5,22 ao longo do dia. A volatilidade do petróleo e a cautela global foram determinantes para o movimento.
Ações no exterior mostraram aumento da aversão ao risco. Investidores monitoraram a guerra no Oriente Médio, que elevou a volatilidade nos mercados de commodities e financeiros. A expectativa de alta dos juros nos Estados Unidos também pressionou o dólar.
Contexto internacional
Aebação de risco global contribuiu para a valorização da moeda americana, com o petróleo em patamar volátil. O reflexo disso atingiu mercados emergentes, incluindo o Brasil, que depende de commodities e fluxo de capitais externos.
Panorama interno
No Brasil, os agentes financeiros continuaram atentos às decisões do Banco Central. A instituição mantém uma política de juros elevada para conter a inflação, o que tende a sustentar a valorização do dólar frente ao real.
A cotação externa do dólar, associada à inflação interna e à política monetária, mantém o câmbio em patamar elevado em relação aos meses anteriores. O cenário indica continuidade da volatilidade no curto prazo devido a fatores geopolíticos e macroeconômicos.
Perspectivas
Analistas destacam que a direção do dólar dependerá de notícias internacionais e de novas sinalizações de política monetária nos EUA. O mercado espera movimentos contínuos de volatilidade nas próximas sessões.
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