- O Ibovespa fechou em alta de 0,35%, aos 180.271 pontos, após cair 1,68% na abertura diante de temores sobre preços de energia.
- O dólar caiu 0,86%, cotado a R$ 5,22, no fim da sessão.
- A virada veio de relatos de autoridades israelenses de apoio aos Estados Unidos para reabrirem o Estreito de Ormuz; o primeiro-ministro israelense afirmou que a guerra no Oriente Médio deve terminar rápido.
- Entre as ações, Itaú Unibanco subiu 0,71% e ajudou a sustentá-lo; bancos em geral tiveram recuperação, com exceção do BTG Pactual, que caiu 0,56%, enquanto Itaú e Bradesco teriam pressões visando melhores termos na reestruturação da dívida da Raízen e Cosan.
- Eneva avançou 3,90% após alta de mais de 15% na véspera; Petrobras e Vale fecharam em queda, e Hapvida subiu 14,98% após divulgar balanço do quarto trimestre; Minerva recuou 10,70%.
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira (19), após trajetória de queda ao longo do pregão. o índice ganhou 0,35%, aos 180.271 pontos, com o dólar a R$ 5,22, queda de 0,86%. O alívio veio do front externo, diante de sinais de desaceleração da aversão a risco em meio ao conflito no Oriente Médio.
A melhora no fim do dia foi provocada por declarações de autoridades israelenses sobre ajuda aos EUA para reabrir o Estreito de Ormuz. Netanyahu afirmou que a guerra no Oriente Médio tende a terminar mais rápido do que o esperado, e os EUA autorizaram a venda de parte do petróleo russo. Futuros de petróleo recuaram.
Desempenho dos ativos e bancos
Entre os ativos locais, Itaú Unibanco subiu 0,71%, contribuindo mais para o Ibovespa. BBAS3, BBDC4 e SANB11 também tiveram ganhos, enquanto BTG Pactual caiu 0,56%.
Segundo fontes da Bloomberg News, Itaú e Bradesco, com exposição à Raízen, pressionaram Cosan e o BTG Pactual a buscar condições melhores na reestruturação da dívida da empresa.
Destaques de ações
Eneva avançou 3,90%, após alta de mais de 15% na véspera, influenciada por leilão de reserva de capacidade. Do lado negativo, Petrobras e Vale recuaram, limitando a alta do índice, e Prio teve queda.
Hapvida saltou 14,98% após divulgar o balanço do quarto trimestre. Em contrapartida, Minerva caiu 10,70% com queda de lucro nos últimos três meses de 2025.
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