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Copom aponta diretrizes para próxima reunião após Selic em 14,75%

Copom reduz Selic para 14,75% e não indica rumo para a próxima reunião de 28-29 de abril, diante de maior incerteza externa com a guerra no Oriente Médio

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. Foto: Raphael Ribeiro/Divulgação/BCB
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  • Copom reduziu a Selic de 15% para 14,75% nesta quarta-feira 18, em 0,25 ponto percentual.
  • A próxima reunião está marcada para 28 e 29 de abril, e o BC não indicou com clareza o caminho para os próximos passos.
  • O comunicado cita ambiente externo mais incerto, com o acirramento da guerra no Oriente Médio e reflexos nas condições financeiras globais.
  • O BC informa que há necessidade de serenidade e cautela na calibração da política monetária, considerando novas informações sobre conflitos e impactos nos preços.
  • Em janeiro, o Copom sinalizou início de cortes em março, o que se confirmou, mas a guerra levou o comitê a adotar tom mais cauteloso.

O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75%. A decisão ocorreu nesta quarta-feira 18, após manter o ritmo de cortes. A próxima reunião está marcada para 28 e 29 de abril.

O BC não indicou claramente qual será a trajetória da política monetária na próxima reunião. O comunicado aponta cautela diante do ambiente externo mais incerto, amplificado pela guerra no Oriente Médio e pelos impactos nas condições financeiras globais.

O Banco Central afirmou que países emergentes devem agir com prudência, diante da maior volatilidade de preços de ativos e de commodities. A nota destaca a necessidade de manter serenidade na condução da política monetária, incorporando novas informações.

Na reunião de janeiro, o Copom sinalizou o início de um ciclo de cortes em março, o que se confirmou. A deflagração da guerra entre EUA e aliados e o Irã levou o comitê a adotar uma postura de cautela na calibração da taxa.

Contexto internacional

O texto ressalta a incerteza externa como fator central para o manejo da política monetária no cenário atual, com reflexos diretos sobre inflação e condições de financiamento global.

Próximos passos

A autoridade monetária enfatiza que as próximas decisões dependerão de dados que demonstrem a profundidade dos conflitos e seus efeitos sobre preços ao longo do tempo.

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