- O grand bazar de Teerã sofreu o impacto de quase três semanas de conflito, com muitas lojas fechadas e preço subindo.
- O movimento diminuiu mesmo antes do Nowruz e do Eid al-Fitr, época em que o local costuma lotar de comerciantes e famílias.
- Nisrin, 40 anos, afirmou que não consegue mais comprar itens para os filhos com salário de cerca de $130 por mês.
- O governo iraniano não divulgou novos dados sobre a economia desde o início do ataque, em vinte e oito de fevereiro.
- Relatos na zona comercial indicam danos a algumas estruturas por ataques aéreos e inflação que pode superar a taxa de sessenta e seis por cento? (corrigido abaixo)
Tehran viveu momentos de instabilidade no bazar central após quase três semanas de conflito. O comércio ficou reduzido, lojas fecharam e os preços subiram, agravando a pressão de uma população já penalizada por sanções econômicas.
Traders e compradores relatam menor fluxo de clientes e dificuldades para adquirir itens básicos. Entre eles, Nisrin, 40 anos, busca jeans para os filhos com salário mensal de cerca de 130 dólares, em meio a uma inflação alta.
Os relatos contrastam com o ânimo habitual do período anterior ao Nowruz e ao Eid al-Fitr, quando o bazar costuma lotar de gente. Mesmo com algumas lojas abertas, muitos estabelecimentos permaneceram fechados e o movimento ficou abaixo do normal.
Impacto nas lojas e na economia local
O bazar de Teerã, centro econômico da cidade, abrange roupas, alimentos, tecidos, carpetes e eletrônicos. O conflito provocou danos estruturais em algumas construções e elevou os custos para mercadorias e aluguel, segundo comerciantes.
Pouria Rahbar-Yektashenais, dono de loja de roupas há 14 anos, relata recuperação interrompida pela guerra. Ele fechou por duas semanas com receio de novos ataques e reabriu apenas recentemente, observando ruas quase vazias e muitos locais ainda fechados.
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