- A VLI elevou em quatro por cento o volume movimentado em suas ferrovias em 2025, para 43,5 bilhões de TKU.
- No movimento de portos, os embarques da empresa cresceram dois por cento, chegando a 43,9 milhões de toneladas.
- O lucro líquido alcançou R$ 1,40 bilhão, alta de 5,3% ante 2024, impulsionado pela redução de despesas financeiras via refinanciamento.
- O Ebitda somou R$ 5,26 bilhões, com margem de 52,9%, registrando avanço de meio ponto percentual frente ao ano anterior.
- A empresa investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos próprios e concessões, e está em negociação para renovação de 30 anos da concessão da FCA.
A VLI elevaram 4% a movimentação de suas ferrovias em 2025 frente a 2024, totalizando 43,5 bilhões de TKU (Tonelada Quilômetro Útil). Nos portos, os embarques cresceram 2%, atingindo 43,9 milhões de toneladas. Os dados foram relatados à Reuters nesta segunda-feira.
A VLI opera as ferrovias Norte-Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA) e gerencia terminais em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). A divulgação aponta lucro líquido de R$ 1,40 bilhão, alta de 5,3% ante 2024, impulsionado pela refinanciamento de dívidas e redução de despesas financeiras.
O Ebitda da companhia somou R$ 5,26 bilhões, com margem de 52,9%, 0,5 ponto percentual acima de 2024. A empresa atende setores como agronegócio, fertilizantes, combustíveis e minérios, entre outros, transportando toda a cadeia de produtos.
Pelo segundo ano, a VLI investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos próprios e concessões sob gestão, equivalente a 35% da receita líquida. O montante representa 2,5 vezes o lucro líquido do ano, conforme a própria companhia.
A sociedade tem entre seus acionistas a Brookfield e a mineradora Vale. A VLI está em negociação com o governo para renovar antecipadamente, por 30 anos, a concessão da FCA, que liga parte do Centro-Oeste e do Nordeste aos portos do Sudeste. O processo envolve dezenas de bilhões de reais.
“Modernizar a infraestrutura, buscando eficiência e segurança, é condição essencial para o Brasil manter posição no comércio internacional”, afirmou o CEO Fábio Marchiori. A VLI não detalhou os produtos transportados em 2025 no comunicado.
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