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IEA avalia liberar mais reservas de petróleo devido à guerra no Irã

IEA avalia liberar estoques de emergência para conter alta dos preços do petróleo, enquanto conflito no estreito de Hormuz persiste

A fuel tanker approaches the Kobe oil terminal in Japan. About 100m barrels of emergency oil stockpiles will be made available to buyers in Asia this week.
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  • A Agência Internacional de Energia informou que pode liberar mais estoques de petróleo de emergência para reduzir os preços, mesmo após o maior desembolso já realizado.
  • O diretor da IEA, Fatih Birol, disse que ainda há grandes reservas de óleo de reserva entre os membros, disponíveis “se necessário”.
  • O preço do Brent disparou para cerca de US$ 106,50 o barril no início da sessão, depois recuou, ficando pouco acima de US$ 100.
  • Nesta semana, cerca de 100 milhões de barris de estoques de emergência serão disponibilizados para compradores na Ásia, como parte de um pacote de 400 milhões de barris para compensar perdas de exportação do Golfo.
  • O conflito no estreito de Hormuz persiste, com ataques recentes a Kharg Island aumentando as preocupações sobre a produção regional; governos devem se preparar para uma recuperação demorada dos fluxos de energia mesmo após o fim do conflito.

O IEA, órgão global de monitoramento energético, informou que pode liberar mais estoques emergenciais de petróleo para acalmar a alta de preços. A instituição já executou a maior liberação de petróleo governamental da história, mas diz possuir reservas significativas ainda disponíveis.

Fatih Birol, chefe do IEA, afirmou que os membros mantêm grandes estoques de emergência e que novas liberações podem ocorrer conforme a necessidade. A medida busca evitar pressões excessivas no curto prazo após o conflito no estreito de Hormuz.

Abertura de mercado aponta volatilidade. O Brent chegou a subir quase 3% no início desta semana, em torno de US$ 106,50 por barril, antes de recuar e ficar pouco acima de US$ 100.

Estoques emergenciais no mercado asiático

Nesta semana, cerca de 100 milhões de barris dos estoques emergenciais serão disponibilizados a compradores na Ásia, como parte de um plano de 400 milhões de barris para compensar a queda de exportações na região. O efeito esperado é reduzir o impacto das interrupções no fornecimento global.

Apesar da liberação, Birol destacou que ainda há reservas significativas, suficientes para manter um buffer temporário. A redução prevista nos estoques de emergência é de aproximadamente 20% após o desembaraço total.

Golfo, Hormuz e desdobramentos

O bloqueio de Hormuz continua sendo um fator de risco para o comércio de petróleo global. A reabertura da rota é considerada vital para restabelecer o fluxo de petróleo e gás até o mercado mundial.

Sobre a crise recente, o presidente dos EUA reiterou pedidos para desbloquear a passagem, enfatizando a importância estratégica da rota para grandes compradores. A situação gerou recuos na produção de países da região, com impactos potenciais sobre os volumes exportados.

Nos últimos dias, uma ofensiva dos EUA na área do Golfo aumentou as preocupações com a continuidade da produção regional. Segundo analistas, a infraestrutura de exportação pode sofrer impactos adicionais caso o conflito persista.

Birol avisou que a normalização do comércio de energia levará tempo, mesmo com um eventual encerramento do conflito. A organização reforça a necessidade de monitoramento constante dos estoques e do fluxo de petróleo global.

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