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NHS e MoD instam compra de tecnologia britânica para crescer na crise do Irã

Governo britânico pressiona NHS e Ministério da Defesa a comprarem tecnologia britânica para impulsionar o crescimento, com ênfase em IA diante da crise no Irã

AI and robot technology being used by NHS England to help patients with suspected lung cancer at Guy's and St Thomas' Hospital, London.
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  • O NHS e o Ministério da Defesa devem comprar tecnologia britânica para estimular o crescimento, com ênfase no potencial da IA diante da crise no Irã.
  • O chanceler Rachel Reeves deve re-afirmar a estratégia econômica, destacando três escolhas: aproximação com a União Europeia, fortalecimento da política regional no corredor Oxford–Cambridge e melhor conexão entre as cidades do norte, além de apostar forte na IA.
  • Spencer Livermore disse que Reeves quer apresentar um cenário otimista sobre IA, destacando oportunidades para a economia e geração de empregos, com o objetivo de adoção rápida no país.
  • O governo planeja criar uma força-tarefa de compras de inovação rápida, fora do sistema tradicional de licitações, com pilotos em defesa e saúde para acelerar aquisições de novas tecnologias.
  • O tema também envolve uma reflexão sobre a relação com a União Europeia e o impacto do Brexit, em meio a um cenário de incerteza econômica e pressão inflacionária devido ao conflito no Oriente Médio.

O governo britânico pretende incentivar a NHS e o Ministério da Defesa a priorizarem a compra de tecnologia britânica para estimular o crescimento, enquanto observa os impactos da crise no Irã. O anúncio será feito pelo ministro do Tesouro Spencer Livermore, que trabalha em estreita colaboração com a chanceler Rachel Reeves.

A estratégia envolve apoiar a adoção de inteligência artificial e reforçar a ligação com o mercado nacional de tecnologia. Livermore disse que Reeves destacará três escolhas estratégicas: aproximação com a UE, fortalecimento da política regional no eixo Oxford-Caibridge e melhor conectividade entre cidades do Norte, além de apostar pesado na IA.

Segundo o ministro, Reeves pretende apresentar um caso otimista sobre IA, mesmo diante de temores sobre impactos no emprego. Ele ressaltou que há oportunidades significativas de crescimento econômico e criação de vagas se o país acelerar a adoção tecnológica.

A agenda inclui criar mecanismos de compra rápida de tecnologia, fora do sistema tradicional de aquisições. A proposta será testada primeiro em defesa e saúde, com a ideia de acelerar a aquisição de inovações pelo Estado.

Livermore afirmou que o governo quer apoiar empresas nacionais de tecnologia, que costumam enfrentar entraves burocráticos. Ele citou a criação de uma primeira operação de inovação rápida para acelerar compras públicas de novas tecnologias.

Questionado sobre o brexit, ele indicou que o Labour pode favorecer uma relação comercial mais estreita com a UE, desde que não haja violação de linhas vermelhas do manifesto, como a livre circulação de pessoas. A declaração aponta uma mudança de tom em relação a temas econômicos.

Sobre o impacto da crise no Irã, Livermore disse que as decisões do Tesouro visam manter fundamentos econômicos estáveis, mesmo com cenário externo incerto. Ele mencionou que Reeves tem se dedicado a medidas de responsabilidade fiscal e controle do custo de vida no orçamento.

Ele também participa do chamado Iran Board do Tesouro, grupo que prepara medidas para enfrentar diferentes cenários. A atuação busca manter o país preparado para eventuais prolongamentos do conflito ou choques no mercado global.

A fala ocorre em meio a anúncios sobre poupanças, com dados oficiais apontando crescimento fraco ou zero no início do ano. A equipe econômica promete manter o equilíbrio entre apoio a setores estratégicos e responsabilidade fiscal.

Estratégia de IA e compras nacionais

  • O foco é acelerar a adoção de IA pela economia britânica e reduzir a dependência de fornecedores externos.
  • A iniciativa prevê pilotos de aquisição rápida em defesa e saúde.
  • O objetivo é tornar o Reino Unido um dos primeiros grandes compradores de novas tecnologias.

Relação com a UE e regionalização

  • A liderança do Labour pode abrir espaço para maior cooperação comercial com a UE.
  • Planos para fortalecer o eixo regional entre Oxford e Cambridge e melhorar a conectividade no Norte.
  • A postura busca manter as linhas de governo estáveis diante de crises externas.

O governo sustenta que o conjunto de medidas visa preservar a estabilidade fiscal, estimular crescimento e gerar empregos, usando tecnologia doméstica como motor estratégico.

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