- O ministro da Economia da Suíça, Guy Parmelin, afirmou que o país mantém o mandato existente para negociações comerciais com os Estados Unidos, com o objetivo de finalizar um acordo sobre tarifas ajustadas no ano passado.
- Parmelin disse isso após os EUA anunciarem, na quarta-feira, investigações comerciais sobre capacidade industrial excedente em 16 parceiros, incluindo a Suíça, além de alegações de trabalho forçado.
- O governo suíço informou que vai consultar esses países para definir como responder às ações americanas.
- As tarifas dos Estados Unidos já caíram de 39% para 15% para a Suíça desde novembro, em linha com o teto tarifário da União Europeia, e as negociações para formalizar o acordo seguem em curso.
- Parmelin, que também é presidente da Suíça em 2026, afirmou que as negociações e discussões continuam e que Washington busca concluir o acordo até o fim de março.
Switzerland mantém o mandato existente para as negociações comerciais com os Estados Unidos, com o objetivo de finalizar um acordo sobre tarifas fechadas no ano passado, disse o ministro da Economia, Guy Parmelin, nesta sexta-feira.
Parmelin afirmou aos jornalistas que o país irá consultar as nações envolvidas para definir como responder às ações dos EUA. O governo suíço quer trabalhar para concluir o acordo até o fim de março, conforme pressão de Washington.
Acordo atual reduziu tarifas: de 39% para 15%, mantendo a paridade com a União Europeia. Bern já iniciou conversas para formalizar esse entendimento, que os EUA buscam finalizar em tempo próximo.
Desdobramentos
As investigações registradas pelos EUA abrangem capacidade industrial excessiva em 16 parceiros comerciais, entre eles a Suíça, além de alegações de trabalho forçado. Tais apelos podem influenciar as negociações em curso.
Parmelin, também presidente da Suíça em 2026, destacou que as negociações e discussões continuam, sem indicar novas datas, mas reforçando a necessidade de alinhamento com esses parceiros e com a política norte-americana.
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