- Ministros da ASEAN pedem cessar imediato da guerra no Oriente Médio, destacando impactos de altas no petróleo e interrupções comerciais nas economias do Sudeste Asiático.
- Países-membros já começam a adotar medidas para conservar energia, estabilizar mercados internos e proteger setores vulneráveis, como o turismo.
- A secretária de Relações Exteriores das Filipinas afirmou que houve preocupação com a situação na região e com a necessidade de interromper hostilidades, chamando todas as partes à moderação.
- O petróleo opera próximo de $ 100 por barril, com temores de interrupção de suprimentos devido à possibilidade de fechamento do Estreito de Hormuz pelo Irã.
- Ministérios econômicos alertaram sobre a vulnerabilidade da região a choques adicionais e destacaram a importância de reforçar a resiliência das cadeias de suprimentos, acelerar a transição para energia renovável e ampliar a cooperação regional.
Ações da ASEAN: ministros de comércio externo e econômico pedem cessar imediato do conflito no Oriente Médio, diante de impactos nos preços do petróleo e no fluxo comercial. O pedido foi feito nesta sexta, durante reunião especial convocada pela ASEAN, sob a presidência das Filipinas.
Os ministros destacaram que a volatilidade dos mercados de energia já afeta as economias do Sudeste Asiático, com medidas para conservar energia, estabilizar mercados domésticos e proteger setores vulneráveis, como o turismo. A reunião ocorreu em meio a tensões regionais.
Medidas em curso
A ASEAN pediu para manter abertas as cadeias globais de suprimento de energia e ativar mecanismos regionais para mitigar o impacto econômico. A preocupação é que o choque se propague para além da região.
Ma. Theresa Lazaro, Secretária de Relações Exteriores das Filipinas, informou que o país, atual presidente da ASEAN, está avaliando opções de obtenção de petróleo, incluindo possíveis compras da Rússia, sem detalhar.
O grupo alertou para a vulnerabilidade da região a choques adicionais devido à dependência de rotas de óleo e gás. Reforçar a resiliência das cadeias de suprimento, acelerar a transição para energias renováveis e aprofundar a cooperação regional foram vistos como essenciais para a estabilidade econômica.
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