- Estados Unidos levantou temporariamente as sanções à venda de petróleo russo já embarcado em navios no mar, por um mês.
- A medida pode permitir a colocação no mercado de cerca de 100 milhões de barris de petróleo russo, segundo Kirill Dimitriev.
- A decisão foi criticada pela União Europeia, com António Costa classificando-a como unilateral e muito preocupante.
- O Tesouro dos Estados Unidos afirmou que a autorização vale apenas para o petróleo russo que já está em trânsito.
- Zelenski afirmou que aliviar as sanções seria um golpe para a Ucrânia e para o mundo; Macron e Zelenski discutem estratégias para manter a pressão sobre Moscou.
A medida dos Estados Unidos suspendeu temporariamente as sanções à venda de petróleo russo já em trânsito em alto mar. A autorização vale por um mês e pode incluir milhões de barris de petróleo russo que estavam armazenados em navios, segundo informações oficiais.
A decisão foi anunciada enquanto Washington busca manter a pressão econômica sobre Moscou, ainda diante da crise energética global. O objetivo é evitar pressões extremas sobre o preço do combustível, sem abrir mão do estímulo a sancões futuras caso a situação evolua.
Kiril Dimitriev, enviado especial do Kremlin, informou que a medida pode viabilizar a comercialização de cerca de 100 milhões de barris de petróleo. A reação inicial em Bruxelas foi de preocupação, com o presidente do Conselho Europeu criticando a decisão como unilateral.
Reação internacional
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, classificou a medida como arranjo unilateral, destacando que o tema pode impactar as sanções a Moscou. Em Washington, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, ressaltou que o perdão vale apenas para o petróleo já em trânsito.
Entre na conversa da comunidade